Eduardo Costa recebe péssima notícia e é confirmado como réu em caso de estelionato investigado pela justiça

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

09/09/2022 às 21:11 · Tempo de leitura: 3 minutos

O cantor Eduardo Costa (Foto: Divulgação)

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A justiça negou o pedido de suspensão do processo em que Eduardo Costa é réu

Na última quinta-feira (8), Eduardo Costa recebeu uma notícia péssima (para ele) sobre o julgamento em que ele é réu.

A justiça negou o pedido de suspensão do caso pois, segundo a justiça, não há motivos para a absolvição sumária, quando o caso não é levado a julgamento.

O ministério público acusou Eduardo Costa de ‘vantagem ilícita’ na compra de um imóvel em Capitólio, Minas Gerais, ao esconder que na área do imóvel estavam ocorrendo ações judiciais.

“Hora nenhuma nós, do caso do Eduardo, pedimos absolvição sumária. Nós pedimos uma suspensão condicional do processo, onde nós pedimos para notificar o Ministério Público para ele se manifestar. A absolvição sumária foi pedida por outra outra parte, não da parte do Eduardo Costa. Nós pedimos a suspensão condicional e a manifestação do Ministério Público, que ainda não tinha sido concedida”, declarou Tarlei Ribeiro, advogado do Eduardo Costa, ao G1.

Eduardo Costa é réu em processo – Reprodução

ENTENDA

Tudo começou em 2017, quando o Ministério Público entrou com pedido contra o Eduardo Costa por uma negociação de um imóvel em Capitólio.

A negociação envolvia a troca de uma casa, de propriedade de um casal, na Região da Pampulha, em BH, avaliada em R$ 9 milhões.

Na época, a polícia afirmou que o imóvel em Capitólio valia entre R$ 6,5 milhões e R$ 7 milhões. No entanto, de acordo com a denúncia do MPMG, o terreno foi avaliado em R$ 5,6 milhões. A diferença de valores seria paga pelo Eduardo Costa com uma lancha, um carro de luxo e uma moto aquática.

Somente ao tentar registrar o imóvel de Capitólio, de cerca de 4 mil metros quadrados, o casal soube que ele era alvo de uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) e de uma ação de reintegração de posse com pedido de demolição de construção ajuizada por Furnas Centrais Elétricas.

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