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Escrava Isaura é uma das produções mais clássicas exibidas originalmente pela Globo. Sua primeira exibição ocorreu entre 1976 a 1977 e marcou gerações com seu enredo forte e histórico sobre o triste período de terror vivido pelos escravos no Brasil.
A trama é uma adaptação do romance A Escrava Isaura, escrito por Bernardo Guimarães, aonde na trama teve os toques de Gilberto Braga e a direção é de Herval Rossano.
Porém, de acordo com o TV História, a mesma trama foi readaptada pela Record em 2004 sendo novamente um sucesso nas telinhas. Mas, muitos nomes talentosos em meio a esse elenco infelizmente já não estão mais entre nós e é sobre essas mesmas estrelas que acabaram sendo levadas pela morte que iremos relembrar hoje.
Dono de importantes papeis na televisão brasileira nos anos 1970 e 1980, Rubens de Falco faleceu em 22 de fevereiro de 2008, aos 76 anos, vítima de ataque cardíaco decorrente de uma embolia pulmonar.
Inclusive conforme o portal mencionado acima, a obra Escrava Isaura foi sua última participação na televisão.
Caio Junqueira fez diversas novelas e se destacou no filme Tropa de Elite, morreu no dia 23 de janeiro de 2019, aos 42 anos, após sofrer um grave acidente de carro no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro (RJ). Era filho de Fábio Junqueira.
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Chica Lopes despontou pela última vez em 2006, na novela Cristal (SBT). Morreu aos 90 anos, em 10 de setembro de 2016, em São Carlos (SP), sua cidade-natal. A atriz morreu dormindo e a causa da morte não foi divulgada.
Morreu em 20 de novembro de 2008, aos 52 anos, vítima de edema cerebral. Era pai de Caio Junqueira.
O veterano ator morreu em 29 de abril de 2007, aos 72 anos, em Santos (SP), em decorrência de insuficiência respiratória.
Leopoldo Pacheco (Leôncio), Rubens de Falco (Almeida) e Bianca Rinaldi (Isaura) em "A Escrava Isaura" (Foto: Divulgação/Record)
Caio Junqueira (Foto: Reprodução/ Internet)
Chica Lopes interpretou Joaquina na segunda versão de "A Escrava Isaura" (Foto Reprodução/Record)
Fábio Junqueira (Foto Reprodução/Yt)
Serafim Gonzalez (Foto Reprodução/Tv História)
Nascida em 1856 e órfã desde o nascimento, a escrava branca Isaura desconhece quem é seu pai. Sabe apenas que a mãe foi uma mulata, mucama da fazenda onde agora reside. Isaura sempre foi amparada por Ester, sua senhora, que a educou como moça da corte.
Sua protetora morre logo no início da trama, e o filho, Leôncio, se torna o administrador dos bens da família. Apaixonado por Isaura e furioso por não ser correspondido, ele se apodera de sua carta de alforria, deixada pela mãe, e aplica castigos cruéis à moça. Isaura também sofre com as intrigas de Rosa, uma escrava má e invejosa.
Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.