
Logo da Record (Foto: Reprodução).
Assim como a Globo, que se debruçou sobre o caso de José Mayer, que foi acusado por uma funcionária do canal de assédio sexual, a Record também teria um empregado, de alto escalão, nada exemplar.
Se na Globo tudo levou a crer que a mulher estava certa, o que acabou gerando uma punição de ‘geladeira’ para José Mayer, na Record ocorreu tudo diferente.
No canal da Barra Funda, segundo concluiu a apuração interna da Record, esse nuda enviado através de mensagem para o celular de uma funcionária foi apenas um engano.
“Na semana passada, a Record recebeu de uma de suas colaboradoras uma denúncia de assédio. O caso foi levado para a direção de jornalismo, que prontamente tomou as primeiras medidas para que a queixa fosse devidamente apurada”, disse a emissora através de comunicado.
E continuou: “Após a apuração e em conversa com ambas as partes, ficou esclarecido, de comum acordo, que o caso se tratou de um engano. O funcionário se explicou sobre o ocorrido e pediu desculpas pelo equívoco, que foram aceitas”, segundo o colunista Ricardo Feltrin.
Os profissionais envolvidos neste escândalo foram uma funcionária do portal R7, que teria recebido uma foto do genital de um editor do “SP Record”, juntamente com a frase “e aí, gostou?”, por meio do WhatsApp.
Quem revelou tal história primeiramente foi o colunista Flávio Ricco. Já sobre Mayer na Globo… o caso é mais complicado.
O veterano, que é muito valorizado no canal carioca, não perdeu o seu contrato, mas ainda está na geladeira e deverá voltar às novelas apenas, se voltar, na trama de Aguinaldo Silva, que estreia no segundo semestre do ano que vem.
Silva, aliás, defendeu o ator e disse que muita gente foi oportunista quando o detonou nas redes sociais.
