Em entrevista, José de Abreu fala o que o público achava de “A Regra do Jogo”: “novela com favela, violência”

(José de Abreu) (Foto: Globo/Renato Rocha Miranda)
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Gibson (José de Abreu)
(Foto: Globo/Renato Rocha Miranda)

O industrial reacionário e milionário Gibson Stewart revelou-se há um mês o vilão de “A Regra do Jogo” (Globo), novela das 21h de João Emanuel Carneiro. Seu intérprete, José de Abreu, conta que soube em definitivo que seria o “Pai” da facção criminosa duas semanas antes de gravar. “O João me ligou e falou: você é o grande vilão”, diz o ator em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”.

Para ele, o sucesso de uma produção é algo inexplicável. “No grupo de discussão o público disse que era muita novela com favela, violência. Tem umas coisas […], o Boni [ex-diretor da Globo] chamava de química. É inexplicável. “Roque Santeiro” e “Avenida Brasil” tiveram uma química insuperável. Isso depende de escalação, inspiração do autor, do diretor, astral dos atores, sei lá, vai somando. É algo que acontece de vez em quando. Mas é impossível repetir só porque é o mesmo autor”, afirmou.

Abreu garantiu que não tem preferência entre o Pai da facção e o lendário Nilo de “Avenida Brasil”.“Ambos são geniais. O Gibson tem uma das coisas mais interessantes para um ator, ele representa o tempo todo. A defesa que ele faz da morte da Kiki [Deborah Evelyn] sem transparecer que tá fingindo, só um psicopata consegue ser tão bom ator sempre! Não existe um muxoxo que ele dê que não seja verdadeiro”, confessou.

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Aloizio Júnior ingressou na faculdade de Direito, mas é encantado por Medicina e hoje em dia é um vestibulando. Falar sobre TV sempre foi um hobby e faz isso desde 2008. Atento sobre todas as novidades no mundo da TV, entrou para a equipe do TV Foco em agosto de 2012.