Em greve, funcionários da RedeTV! recebem proposta da emissora na Justiça: "Paralisação seguirá"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

03/09/2021 às 22:04 · Tempo de leitura: 2 minutos

Justiça apresentou proposta à RedeTV! e aguarda resposta (Foto: Divulgação)

Funcionários da RedeTV! aguardam conversa com os executivos da emissora para voltar ao trabalho

Nessa sexta-feira (03), o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo apresentou uma proposta de conciliação para que a greve dos funcionários da RedeTV! seja encerrada. Apesar dos profissionais concordarem com a proposta, eles ainda aguardam um posicionamento da emissora para ceder com a greve.

De acordo com informações obtidas pelo portal Notícias da TV, o salário dos colaboradores deverá ser ajustado em 17%. Porém esse total deve ser divididos entre alguns períodos desse e do próximo ano: 7% em outubro, 5% em janeiro de 2022 e mais 5% em abril do ano que vem.

A suposição foi feita pelo desembargador Valdir Florindo, que também revelou que a RedeTV! deve preservar o emprego dos funcionários durante o período do dissídio e ainda pagar 50% dos dias paralisados.

A decisão foi intermediada pelo Sertesp (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo). A paralisação parrance até o dia 8 de setembro, quando à RedeTV! deverá informar a sua decisão à Justiça.

REDETV! MALTRATA FUNCIONÁRIOS

A RedeTV! tem sido muito rígida com todos os colaboradores que decretaram greve. De acordo com a coluna de Ricardo Feltrin, do Splash, a empresa proibiu funcionários que estão na porta da emissora de entrarem para usar o banheiro ou beber água. A ordem é impedir a entrada dos grevistas para qualquer coisa.

A fim de contribuir com os colaboradores, o sindicado conseguiu obter galões de água e até banheiros químicos para os grevistas. Apesar da hostilidade apresentada pela RedeTV!, todo o movimento está sendo muito pacífico, e os funcionários utilizam apenas placas e se posicionam em frente à sede do canal, na cidade de Osasco.

Os empregados do canal reivindicam condições impostas desde meados de 2016, além dos reajustes, que não foram feitos desde então.

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