Emílio Dantas não se segura, ataca Regina Duarte e detona o que pensa da atriz: "Derrota na carreira''
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Emílio Dantas será Theo em Vai na Fé (Foto: Reprodução/Globo)
Emílio Dantas surpreendeu ao detonar Regina Duarte
Emílio Dantas voltará as telas da Globo a partir desta segunda-feira, 16 de janeiro, quando estreará a novela Vai na Fé. Antes disso, no entanto, o ator concedeu uma entrevista bombástica para a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Na ocasião, o famoso detonou a classe artística que apoiou Bolsonaro.
Sem citar os nomes de Cássia Kis e Regina Duarte e outros atores, Emílio Dantas soltou o verbo: “Eles podem ser atores, atrizes, apresentadores, empresários, enfim. Podem ser setorizados. Agora artistas? Não tem como. É completamente inviável um artista concordar com qualquer coisa que tenha vindo desse tipo de ideologia”.
“Isso não tem nada a ver com arte”, disparou Emília Dantas. Além disso, o ator reconheceu que nunca foi muito ligado a política, mas precisou mudar de postura quando Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República. Isso porque o famoso passou a usar sua voz para falar sobre o que o político estava fazendo com o Brasil e mostrar outra opção.
“O que o governo fez nessa pandemia me deu vontade de lutar contra algo que eu achava muito errado. Comecei a prestar mais atenção. Hoje, eu me vejo como alguém completamente de esquerda. Os anos de Bolsonaro foram tenebrosos. Não existem palavras para explicar o que aconteceu”, disparou Emílio Dantas durante o seu relato.
Emílio Dantas detonou Regina Duarte (Foto: Reprodução)
“Para mim é muito nítido que essas pessoas têm questões próprias. Elas colocaram essa paixão [por Bolsonaro] e essa veemência na política porque são impulsionadas por frustrações, por questões muito íntimas”, disse Emílio Dantas. Ele ainda falou sobre Regina Duarte, que chegou a trabalhar no governo e não desistiu de apoiá-lo em nenhum momento.
“No caso da Regina, acho que é uma questão de orgulho, de não querer admitir que errou. A passagem pela secretaria da Cultura foi uma derrota na carreira dela. O ponto de vista dela é completamente equivocado, e ela continua defendendo. O que falta para Regina enxergar a realidade? O Bolsonaro arrancar o braço de alguém?”, disse ele.
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