Emílio Dantas não se segura, ataca Regina Duarte e detona o que pensa da atriz: "Derrota na carreira''

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

15/01/2023 às 13:41 · Tempo de leitura: 3 minutos

Emílio Dantas será Theo em Vai na Fé (Foto: Reprodução/Globo)

Emílio Dantas surpreendeu ao detonar Regina Duarte

Emílio Dantas voltará as telas da Globo a partir desta segunda-feira, 16 de janeiro, quando estreará a novela Vai na Fé. Antes disso, no entanto, o ator concedeu uma entrevista bombástica para a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Na ocasião, o famoso detonou a classe artística que apoiou Bolsonaro.

Sem citar os nomes de Cássia Kis e Regina Duarte e outros atores, Emílio Dantas soltou o verbo: “Eles podem ser atores, atrizes, apresentadores, empresários, enfim. Podem ser setorizados. Agora artistas? Não tem como. É completamente inviável um artista concordar com qualquer coisa que tenha vindo desse tipo de ideologia”.

“Isso não tem nada a ver com arte”, disparou Emília Dantas. Além disso, o ator reconheceu que nunca foi muito ligado a política, mas precisou mudar de postura quando Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República. Isso porque o famoso passou a usar sua voz para falar sobre o que o político estava fazendo com o Brasil e mostrar outra opção.

“O que o governo fez nessa pandemia me deu vontade de lutar contra algo que eu achava muito errado. Comecei a prestar mais atenção. Hoje, eu me vejo como alguém completamente de esquerda. Os anos de Bolsonaro foram tenebrosos. Não existem palavras para explicar o que aconteceu”, disparou Emílio Dantas durante o seu relato.

Emílio Dantas detonou Regina Duarte (Foto: Reprodução)

“Para mim é muito nítido que essas pessoas têm questões próprias. Elas colocaram essa paixão [por Bolsonaro] e essa veemência na política porque são impulsionadas por frustrações, por questões muito íntimas”, disse Emílio Dantas. Ele ainda falou sobre Regina Duarte, que chegou a trabalhar no governo e não desistiu de apoiá-lo em nenhum momento.

“No caso da Regina, acho que é uma questão de orgulho, de não querer admitir que errou. A passagem pela secretaria da Cultura foi uma derrota na carreira  dela. O ponto de vista dela é completamente equivocado, e ela continua defendendo. O que falta para Regina enxergar a realidade? O Bolsonaro arrancar o braço de alguém?”, disse ele.

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