Emissoras brasileiras sobrevivem de falcatruas e igrejas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Descobriu as diferenças? (Foto: Reprodução/Bandeirantes)
Descobriu as diferenças? (Foto: Reprodução/Bandeirantes)
Embora o Brasil seja um dos países que mais assistem televisão no mundo, a situação de algumas emissoras está em um nível crítico.
Além do momento delicado da nossa economia, também tem o problemas das medidas erradas tomadas ao longo dos anos, como informa o jornalista Flávio Ricco.
A Band, por exemplo, hoje sobrevive e consegue fazer frente a alguns dos seus compromissos, graças ao que arrecada com igrejas e arrendamento de horários para os programas ditos “caça-níqueis”, que não passam de grandes enganações ao telespectador. Esse tipo de “atração”, se é que pode ser chamada assim, questiona o público se ele quer ganhar quantias financeira exorbitantes se descobrir qual figura é diferente.
O único porém é que quando você liga você tem que responder a um quiz infinito e dificílimo, que não foi informado ao público, e que te seguram na ligação até onde você aguentar, o que trará uma bela surpresa quando chegar a conta de telefone.
O “MasterChef” figura hoje como uma das únicas produções próprias e rentáveis da emissora. Assim como ela, outros canais têm sobrevivido devido ao comércio da venda de horários, prática que também contribuiu para o estado lamentável que chegaram, pois derrubam os índices e impedem que as grades façam sucesso. Com exceção das emissoras Globo, SBT e Record, todas vão de mal a pior.
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