Risco do fim: Grande empresa brasileira vende até a fábrica para tentar evitar falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Grande empresa brasileira se apoia em venda de ativos para não falir de vez (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
Grande empresa brasileira tem corrido contra o tempo para evitar sucumbir de vez
Nos últimos tempos temos nos deparado cada vez mais com notícias de falências, fusões e até mesmo venda de ativos envolvendo grandes empresas. Inclusive, muitas delas, são extremamente renomadas em nosso país.
A situação agora está afetando uma grande corporação no ramo dos metais a Paranapanema. Considerada como um dos maiores nomes no ramo industrial brasileiro, agora está tendo que colocar suas próprias fábricas para evitar falir de vez.
Segundo o portal Capitalist. a empresa que foi fundada em 1995, está enfrentando um momento financeiro de alto risco. Muitos especialistas do setor já cravaram, que no cenário atual, é praticamente impossível a empresa conseguir “se levantar”.
O mesmo foi destacado por uma consultoria contratada pelo grupo para viabilizar a reestruturação.
A empresa Paranapanema é um grande nome no ramo dos metais (Foto Reprodução/Internet)
A empresa está vendendo ativos para tentar impedir a falência total (Foto Reprodução/Internet)
Em 2016, a fábrica localizada de Santo André era composta por 650 trabalhadores na produção e outros 350 em áreas administrativas (Foto Reprodução/Internet)
“Abismo” inevitável
Ainda segundo o portal Capitalist, em novembro do ano de 2022, a Paranapanema entrou na Justiça com um pedido de recuperação judicial no valor de R$ 450 milhões.
Mas a dívida atual da empresa está avaliada em mais de R$ 3 bilhões, junto a bancos nacionais e internacionais, e os acionistas mais relevantes não estão dispostos a desembolsar quantias para capitalizar o negócio.
Completamente sem saída, a empresa não encontrou outra solução a não ser a venda de ativos estratégicos para o funcionamento do grupo, incluindo fábricas, imóveis e uso de créditos estratégicos.
Hoje a empresa opera com capacidade reduzida de produção, apenas 35%. Recentemente, a unidade do grupo na Bahia (metalurgia de cobre) chegou a ficar parada por 38 dias.
Qual a expectativa da empresa com essa medida?
Ao que tudo indica, com essa medida, a empresa espera garantir, no mínimo, uma maior economia e “enxugar” gastos. Fora isso, a maior expectativa é que essas ações possibilitem reerguer o grupo e consiga arrecadar a quantia de cerca de R$ 180 milhões.
O prazo estipulado para que isso ocorra, conforme as previsões internas, é de seis meses. Acredita-se que os ativos das fábricas da Eluma em Santo André (SP) e Serra (ES) consigam atrair o interesse de compradores.
No início do ano de 2016, o grupo chegou a investir R$ 56 milhões na modernização da fábrica localizada no interior paulista, o que permitiu duplicar a produção de tubos retos de cobre, passando de 500 para 1 mil toneladas por mês.
Agora, a unidade é uma das que estão prontas para negociação. Na época, a fábrica de Santo André era composta por 650 trabalhadores na produção e outros 350 em áreas administrativas.
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