Risco do fim: Grande empresa brasileira vende até a fábrica para tentar evitar falência

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

13/06/2023 às 10:01 · Tempo de leitura: 3 minutos

Grande empresa brasileira se apoia em venda de ativos para não falir de vez (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)

Grande empresa brasileira  tem corrido contra o tempo para evitar sucumbir de vez

Nos últimos tempos temos nos deparado cada vez mais com notícias de falências, fusões e até mesmo venda de ativos envolvendo grandes empresas. Inclusive, muitas delas, são extremamente renomadas em nosso país.

A situação agora está afetando uma grande corporação no ramo dos metais a Paranapanema. Considerada como um dos maiores nomes no ramo industrial brasileiro, agora está tendo que colocar suas próprias fábricas para evitar falir de vez.

Segundo o portal Capitalist. a empresa que foi fundada em 1995, está enfrentando um momento financeiro de alto risco. Muitos especialistas do setor já cravaram, que no cenário atual, é praticamente impossível a empresa conseguir “se levantar”.

O mesmo foi destacado por uma consultoria contratada pelo grupo para viabilizar a reestruturação.

“Abismo” inevitável

Ainda segundo o portal Capitalist, em novembro do ano de 2022, a Paranapanema entrou na Justiça com um pedido de recuperação judicial no valor de R$ 450 milhões.

Mas a dívida atual da empresa está avaliada em mais de R$ 3 bilhões, junto a bancos nacionais e internacionais, e os acionistas mais relevantes não estão dispostos a desembolsar quantias para capitalizar o negócio.

Completamente sem saída, a empresa não encontrou outra solução a não ser a venda de ativos estratégicos para o funcionamento do grupo, incluindo fábricas, imóveis e uso de créditos estratégicos.

Hoje a empresa opera com capacidade reduzida de produção,  apenas 35%. Recentemente, a unidade do grupo na Bahia (metalurgia de cobre) chegou a ficar parada por 38 dias.

Qual a expectativa da empresa com essa medida?

Ao que tudo indica, com essa medida, a empresa espera garantir, no mínimo, uma maior economia e “enxugar” gastos. Fora isso, a maior expectativa é que essas ações possibilitem reerguer o grupo e consiga arrecadar a quantia de cerca de R$ 180 milhões.

O prazo estipulado para que isso ocorra, conforme as previsões internas, é de seis meses. Acredita-se que os ativos das fábricas da Eluma em Santo André (SP) e Serra (ES) consigam atrair o interesse de compradores.

No início do ano de  2016, o grupo chegou a investir R$ 56 milhões na modernização da fábrica localizada no interior paulista, o que permitiu duplicar a produção de tubos retos de cobre, passando de 500 para 1 mil toneladas por mês.

Agora, a unidade é uma das que estão prontas para negociação. Na época, a fábrica de Santo André era composta por 650 trabalhadores na produção e outros 350 em áreas administrativas.

 

 

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