Demissões em massa, fechamento e falência: O triste dia em que empresa gigante acabou chegando ao fim

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

16/05/2023 às 20:56 · Tempo de leitura: 2 minutos

Empresas gigantes de eletrodomésticos precisaram encerrar suas atividades (Foto: Reprodução)

Empresa de eletrodoméstico teve ascensão meteórica, mas sofreu queda, declarou falência e foi comprada por outra marca

O público se lembra bem da Mabe, a empresa mexicana de eletrodomésticos que dominava o mercado até pouco tempo. Vindo do México, o grupo era detentor da Dako e da Continental no Brasil.

Para se ter uma ideia, a marca exportava eletrodomésticos para cerca de 70 países, o que rendia bilhões de reais. Em sua Era de ouro por aqui, a empresa chegou a contar com mais de 4 mil colaboradores.

Diante de uma forte crise, a Mabe, empresa de eletrodomésticos, mandou mais de 4 mil colaboradores embora e revendeu a Continental para a Electrolux (Foto: Reprodução)

Porém, assim como seu alto crescimento, a queda também foi alta. Em 2013, a Mabe precisou entrar com um pedido de recuperação judicial, diante de graves problemas de liquidez. E a situação ficou insustentável.

Apenas 3 anos depois, em fevereiro de 2016, a empresa anunciou falência no México, onde mantinha sua sede principal, precisando pedir ajuda à filial no Brasil, que também não estava bem de funcionamento no mercado.

No ano seguinte, diante dessa forte crise, a Electrolux decidiu comprar Continental, que era da Mabe, assumindo o comando da marca. O montante foi negociado por R$ 70 milhões na época, sendo comercializado com o novo selo.

A Mabe exportava eletrodomésticos para cerca de 70 países, o que rendia bilhões de reais para o grupo mexicano atuante no Brasil, mas não foi suficente para se livrar da crise (Foto: Reprodução)

Quais os bancos mais ricos do Brasil?

Segundo um ranking da Brand DX, o Itaú lidera como o banco mais rico do país, estimado no mercado por R$ 41 bilhões. Em seguida, o Bradesco aparece com um valor de R$ 31,7 bilhões. No terceiro lugar, vem o Banco do Brasil com R$ 25 bilhões, na pesquisa feita no fim de 2022.

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