"Isso é coisa que se faça com o Brasil, rapaz?!"

“vai ser perda de tempo e de trabalho realizado esse ano esperar para colocar César no ar apenas no ano que vem”

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A contratação de César Filho pela Record foi uma contratação certa, mas com projeto errado.

Mais uma vez o que esta coluna publica vai se mostrar real antes do que se imagina, e o erro ficará evidente pelos resultados de audiência futura. O primeiro erro é colocar César Filho para ser apresentador de reality show. Em um reality o que vale é o show dos participantes e não o apresentador. Fazer isso é jogar fora o talento de César.

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César foi contratado em um momento de TV em que ele estava em carreira de ascendente em um show de notícias no período da manhã. Aí entra o segundo erro do projeto, que é não colocar César de imediato no ar e guardá-lo para o ano que vem. Deveriam colocar César de imediato em um programa matutino batendo de frente com o horário de Fátima Bernardes. Não vamos esperar essa atitude da Record, pois seus comandantes da área de entretenimento não têm história de sucesso no ramo.

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Podar a alçada de voo de César Filho neste momento equivale a abortar a decolagem de um avião. O futuro vai mostrar que não vai fazer a menor diferença César Filho apresentando reality, e vai ser perda de tempo e de trabalho realizado esse ano esperar para colocar César no ar apenas no ano que vem quando o cenário é outro.

Texto: James Akel

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