"Pedido de falência feito pela Caixa ": O escândalo de uma da maiores empresas do Brasil exposto ao vivo no JN
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Falência e Caixa econômica (Reprodução - Internet)
Pedido de falência feito pela Caixa, Jornal Nacional expõe um dos maiores escândalos do país
A Caixa emitiu em 2019 um pedido de falência de uma das maiores e mais renomadas empresas do país, e o escândalo todo envolvendo a família do dono foi exposto pelo Jornal Nacional.
Todo o esquema de corrupção nacional de obras públicas passaram nas mãos dessa empresa, que depois de anos teve sua falência decretada.
Segundo o Jornal Nacional e reportagem publicada pelo g1, a justiça de São Paulo negou o pedido de falência da empreiteira Odebrecht feito pela Caixa Econômica Federal, credora do grupo. A companhia pediu recuperação judicial em junho de 2019, com dívidas de R$ 98 bilhões.
Na época a Caixa disse que a empresa não apresentou um projeto de recuperação judicial que fosse convincente o bastante para livrar da falência.
O plano de recuperação judicial da Odebrecht foi aprovado em junho 2019, mesmo ano do pedido de falência, pela Justiça.
Os bancos públicos têm R$ 22,8 bilhões a receber da Odebrecht. Desse montante, R$ 10 bilhões são devidos ao BNDES; R$ 7,8 bilhões ao Banco do Brasil; e outros R$ 5 bilhões à Caixa Econômica Federal.
Já os bancos privados têm R$ 8,4 bilhões a receber: Bradesco R$ 4,4 bilhões; Itaú R$ 3,5 bilhões; e Santander R$ 500 milhões.
O QUE ACONTECEU COM A ODEBRECHT?
Em 2015, a prisão do então presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, foi avaliada por analistas como um “duro golpe” para uma das maiores multinacionais brasileiras, de acordo com a BBC News.
Marcelo Odebrecht (Reprodução - Internet)
Marcelo Odebrecht (Reprodução - Internet)
Odebrecht (Reprodução - Internet)
Ela esteve envolvida na operação lava-jato que investigava o esquema de corrupção na Petrobras, antes, outras gigantes do setor, bem como seus dirigentes, haviam sido atingidos pelo escândalo.
Odebrecht pagou mais de R$ 113 milhões em propinas para que sua empresa conquistasse contratos com a Petrobras, lógica que repete a adotada por outras companhias envolvidas no esquema, segundo decisões anteriores, a condenação foi feita por Sérgio Moro.
Hoje em dia, com um novo CEO, a Odebrecht voltou a atuar, mas agora como Novonor.
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