Esposa de Júlio Cocielo se fantasiou de escrava no carnaval e também foi acusada de racismo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fantasia de Tata Estaniecki causou. (Foto: Reprodução / Internet)
Júlio Cocielo e a esposa. (Foto: Reprodução)
A vida do youtuber Júlio Cocielo estava muito tranquilo até semana passada. O jovem curtia os jogos da Copa do Mundo na Rússia, graças as empresas que o patrocinam. No início do último final de semana, e após uma piada de cunho racista, a vida de Júlio começou a sofrer grande reviravolta.
Tweets antigos de Cocielo começaram a aparecer e ele resolveu sumir das redes sociais após publicar um pedido de desculpas. O problema é que várias marcas desistiram de patrociná-lo e consequentemente ele vem perdendo diversos seguidores após toda essa polêmica.
Fantasia de Tata Estaniecki causou. (Foto: Reprodução)
Tata Estaniecki, esposa de Júlio, também já foi acusada de racismo após usar uma fantasia de escravo durante um evento no carnaval. Os internautas questionaram, na época, e Tata respondeu dizendo que era uma “homenagem aos escravos”, a web a acusou de racismo.
ATORES PEDEM BOICOTE
Continua repercutindo bastante uma piada feita pelo youtuber Júlio Cocielo em seu Twitter. O rapaz disse que o jogador Mbappé, negro, faria “uns arrastão top na praia”, o que foi considerado como racista. Júlio teve postagens racistas “ressuscitadas”, perdeu patrocínios e foi criticado por famosos. Hoje, quem se pronunciou sobre o caso foi Bruno Gagliasso, junto com sua esposa, Giovanna Ewbank.
“Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que ainda estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser conivente, sim”, escreveu o ator na legenda de uma foto no Instagram.
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“Na internet, seguidor é visibilidade e dinheiro. Não basta só cobrarmos as marcas, até porque daqui a pouco aparecem outras empresas com memória curta. A forma de colocar no ostracismo e minar a popularidade é fazendo quem que essas pessoas percam seu público, a grande propulsora do trabalho delas. Não é um caso isolado. Não foi o primeiro, não será o último. A gente precisa atuar com quem realmente movimenta essa máquina: a audiência”, disse Bruno, que com a postagem encabeçou uma campanha de boicote contra o youtuber.
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