Está na hora de uma sessão descarrego na Record

10/06/2011 às 09:07 · Tempo de leitura: 2 minutos

 

Estamos vendo a migração de público para o SBT. Atualmente muitas das suas atrações atingem o segundo lugar. E para isso não foi preciso investimentos caríssimos como os feitos pela Record. O público não está interessado no valor do programa, quer divertimento e informação da forma adequada para seu entendimento. Se Chaves é engraçado, não importa ter custado um milhão ou dois reais. É o Chaves e estou rindo, pensa.

Lá está A Praça, fazendo tombar Ídolos, que até mansão tem. Ora, a diversidade do primeiro é enorme se compararmos com a mesmice do outro. Mesmo tendo personagens antigos, é muito mais atrativo ver o deboche do Batman do que assistir Higors e tantos outros concorrendo para algo que sabemos não dar bons frutos.

E a variedade não pára aí, no jornalismo também, e nas séries. Sempre tem a estréia de uma nova série, oposto da Record com seus eternos House e CSI. No campo das notícias tivemos o novo SBT Brasil, a vinda de Cabrine e agora a tentativa de adquirir Operação de Risco.

O SBT mostra ter fôlego e, mesmo diante da crise econômica, está firme e forte. Temos a nítida impressão de ser a rede de TV uma extensão da vida de Sílvio Santos, parece que nasceu para realizar este sonho. Se perdeu o banco, tudo bem, mas caso a perda seja o SBT, tio Sílvio não dura um dia. Será que brevemente Edir Macedo estará na fila da fogueira santa, onde empresários falidos tentam recompor suas vidas?!

 

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