Urgente: Estado de greve é decretado pelo metrô de SP com real sobre paralisação e bomba para terça (16)

Metrô entra em estado de greve e paralização pode ocorrer a qualquer momento (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Canva/MetrôSP)
Estado de GREVE é cravado pelo Metrô de SP e situação deixa brasileiros que dependem do transporte em alerta
Se você é paulistano e depende do transporte público, mais precisamente do Metrô, para se locomover é bom ficar em alerta com a real de uma possível paralização que pode vir a ocorrer nos próximos dias.
Isso porque sem ter nenhuma data para uma eventual pata a mesma, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo segue em estado de greve, e acabam de aprovar uma “assembleia permanente”.
Para o espanto de muitos, de acordo com o portal Viatrolebus, ainda uma “bomba” está prevista para explodir no dia 16 de abril.

Metrô de SP continua em estado de Greve (Foto Reprodução/Internet)

No próximo dia 16 metroviários que fazem parte do protesto deverão trabalhar sem uniforme e vestindo camiseta da campanha (Foto Reprodução/Exame)

Um dos apontamentos é contra o sucateamento do transporte e a sobrecarga de funcionários (Foto Reprodução/O TEMPO)
Medida cravada
Isso porque, conforme o comunicado emitido pelo sindicato, a categoria que faz parte do protesto deverá trabalhar sem uniforme e utilizando uma camiseta da Campanha Salarial com os dizeres:
“Exigiremos que até essa data haja de fato uma negociação”
Veja abaixo na íntegra o comunicado do Sindicato dos Metroviários:
“Devido à sabotagem na PR e calote nos steps, tanto horizontal como vertical, estamos em Estado de Greve com assembleias permanentes para que, a qualquer momento, a categoria deflagre formas de lutas para enfrentar essa intransigência da empresa.
Dia 16/4, na Operação (Estação e Tráfego), irão trabalhar sem uniforme utilizando camiseta da Campanha Salarial. Exigiremos que até essa data haja de fato uma negociação.
Realizaremos uma Carta Aberta à População sobre a necessidade de concurso público imediatamente e sobre a privatização que quer promover Tarcísio de Freitas”
Problemas apontados
Ainda no dia 26 de março de 2024, os metroviários aprovaram esse estado de greve como forma de protesto contra a diretoria do Metrô e o Governo do Estado, dando inicio também à campanha salarial.
O Sindicato dos Metroviários afirma existir um ataque intencional ao setor, com o sucateamento do serviço, resultando em maiores falhas e problemas.
De acordo com o Diário dos trilhos, há também um apontamento de diferença de tratamento entre os funcionários de mais baixo escalão como seguranças, operação e manutenção com os funcionários da diretoria.
Para ressaltar essa afirmação, a entidade explica que trabalhadores da operação recebem de Participação nos Resultados (PR) R$ 2.797,07, enquanto o plano executivo da empresa (diretor, gerente, chefe de departamento, coordenador, ad nutun, etc.) recebem entre R$ 6 mil e R$ 12 mil reais.
Ou seja, entre duas a quatro vezes mais.
Outra questão é o déficit de funcionários, pois nos últimos nove anos a companhia vem perdendo profissionais, não recebendo a reposição devida.
Sendo assim, a matemática é simples, uma vez que quem fica na empresa acaba se sobrecarregando com responsabilidades e tarefas a mais.
Tabalhadores das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, marcaram uma reunião com o secretário da Casa Civil no dia 2 de abril e no dia 03 uma nova assembleia foi feita para debater as pautas levadas ao governo.
Ainda de acordo com o Diário dos Trilhos, ao questionar o Metrô referente às reivindicações da categoria não obtiveram retorno.
Quais são as reinvindicações feitas pelos metroviários AGORA em São Paulo?
Em meio a última votação, a categoria aprovou uma série de medidas solicitando que o Metrô negocie “efetivamente” com os trabalhadores.
EM RESUMO, todos as pautas em negociação pelo Sindicato estão listadas abaixo:
- PR “sem sabotagem”;
- Steps devidos a todas e todos “sem calote”;
- Reajuste salarial;
- Reintegração dos demitidos;
- Reativação das oficinas de pintura;
- Novos concursos públicos;
- Plano de carreira sem cargos de indicações;
- Mais recursos ao Metrus;
- Fim das terceirizações e privatizações.