O Estado do Paraná tem o maior salário mínimo do país e se destaca por separar em quatro faixas que superam e muito o valor do piso nacional que é de R$ 1621

O Governo Federal implementou em janeiro deste ano o novo salário mínimo que é de R$ 1621. Mas há estados que seguem pisos regionais e esse é o caso do Paraná, que não apenas tem um piso próprio, como é o maior do país.

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Com 4 faixas, o Estado surpreende por pagar valores muito superiores ao piso nacional. Conforme informações do site oficial do Paraná, milhares de trabalhadores são beneficiados por essa separação.

Veja divisão dos pisos do Paraná

  • Grupo I passa a ter piso de R$ 2.105,34, destinado a trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca;
  • Grupo II terá o valor de R$ 2.181,63, abrangendo trabalhadores dos serviços administrativos, comércio, reparação e manutenção;
  • Grupo III foi fixado em R$ 2.250,04, voltado aos trabalhadores da produção de bens e serviços industriais;
  • Grupo IV, que contempla técnicos de nível médio, terá piso de R$ 2.407,90.

Aliás, vale lembrar que há um certo tempo que o Paraná tem o maior salário mínimo do Brasil e deve manter essa posição em 2026. Isso é motivo de orgulho para a administração regional.

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Foco do Paraná

O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, fez questão de comentar que a aprovação desse salário:

“Esse é um exemplo claro de como o diálogo entre governo, trabalhadores e empregadores gera resultados concretos. O piso salarial do Paraná é fruto de uma construção coletiva, que respeita a realidade econômica e, ao mesmo tempo, protege o trabalhador”.

Além disso, o presidente do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda, Luiz Roberto Romano, expôs o papel institucional do CETER no processo:

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“A aprovação dessa resolução demonstra a maturidade do Conselho e o compromisso das bancadas governamental, patronal e dos trabalhadores. Todas as decisões foram tomadas com base em dados, diálogo e responsabilidade social”.

Quais outros estados também seguem pisos próprios?

Outros bons exemplos de estados que têm pisos próprios são Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Aliás, no caso do estado carioca, tem um tempo que estão sem atualização.

Em resumo, todos os estados podem, se quiserem, implementar pisos próprios, desde que eles não sejam inferiores ao piso nacional.

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