Santander decide estourar de vez os cofres do Banco para conseguir comprar rival e detonar o Bradesco

Santander buscou todas as forças e liberou todo o dinheiro para conseguir acabar com o Bradesco e fechar um dos negócios mais importantes dos últimos anos.

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Tudo isso aconteceu no início dos anos 2000 e a divulgação das informações foi feita na época pela Folha de São Paulo.

Na matéria, a Folha colocou em destaque a disputa do Bradesco e do Santander na briga para comprar uma das maiores instituições financeiras do Brasil.

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Na época, os bancos estavam brigando para conseguir comprar e privatizar o BANESPA, uma das maiores instituições financeiras do Brasil.

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“Depois da operação do Banespa, o patamar de escala no setor bancário vai mudar e isso colocará pressão para que outras movimentações de consolidação aconteçam”, disse Antonio Wever, na época vice-presidente da área de fusões bancárias do JP Morgan no Brasil, para a Folha, mostrando como era a projeção feita para a compra do Banco Banespa.

Na época foi dada que se o Bradesco conseguisse comprar o Banespa, o banco se tornaria a maior instituição financeira em atividade no Brasil:

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“comprar o Banespa significa preservar e consolidar o título de maior banco brasileiro e da América Latina. Seus ativos saltariam dos atuais R$ 75,4 bilhões para cerca de R$ 100 bilhões”, dizia a matéria na época.

MUDANÇA DE LADO?

Mas, o Bradesco não deu sorte já que o Santander que foi o grande vitorioso do Leilão da privatização do Banespa, mas, no início dos anos 2000, não foi só essa vitória que eles conseguiram.

Em 2000, o Santander fechou dois grandes negócios: em janeiro, comprou o Conglomerado Meridional, formado pelo Banco Meridional e Banco Bozano, Simonsen, e fez sua maior aquisição na época, ao vencer o leilão de privatização do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), com uma oferta de mais de R$ 7,05 bilhões.