O desabafo de estrela do Dança dos Famosos, da Globo, devido doença devastadora
O Dança dos Famosos, do programa Domingão com Huck, na Globo, sem dúvidas já é um grande sucesso, contando com um elenco de peso que desde sua estreia vem dando muito o que falar. Além dos artistas, temos também os jurados, que são nomes importantes do mundo da dança e fazem toda diferença para que a atração supra todas as expectativas.
Um dos jurados mais famosos do Dança dos Famosos, se trata de Carlinhos de Jesus, que no auge dos seus 72 anos, recentemente falou sobre o processo de recuperação após o diagnóstico de uma doença autoimune que impactou parte dos seus movimentos, necessitando do uso de cadeira de rodas e muletas.
Em suma, durante entrevista ao Fantástico no último domingo, 31, ele acabou relatando os desafios e como a sua relação com a dança foi impactada. “Essa eu também vou quebrar. É só olhar lá para trás e ver o que já passei. E estou aqui”, disse. “A dança é uma forma de resistência”, completou. “Foi a dança que me salvou, porque todas as grandes perdas que eu tive na vida, a dança é o meu espelho, o meu divã. Agora, não tenho esse divã”, lamentou.
MUDANÇA NA VIDA
Ainda na ocasião, o dançarino também acabou falando sobre as mudanças na relação com a dança. “Agora tem que coordenar a mão com o pé e a cabeça, Antes era só a perna”, disse. “(Quando fecho o olho) Me imagino dançando, com cadeira de rodas e sem a cadeira de roda”, respondeu.
Ele acabou confessando que havia começado a perder parte da força na perna direita há cerca de três anos. “Estava no Rio Grande do Sul, na cidade de Passo Fundo, comecei a sentir uma dor que eu não conseguia colocar o pé no chão. Eu não conseguia andar”, relembrou. “Quando cheguei ao Rio de Janeiro, já não aguentava mais de dor. E cheguei a cair”, conta. “Era tanta dor que a medicação para eu dormir era morfina.”

Além disso, ele também acabou sendo diagnosticado com inflamação nos quadris e tendinite nos glúteos. “A minha cabeça hoje é viver o hoje. Mas, quando eu penso: ‘e o amanhã?’. Aí eu começo a me apavorar. Como vou viver?”, desabafou.
Por fim, então, acabou falando sobre o processo de recuperação: “É um tempo de paciência, resiliência, calma. Para que eu possa caminhar”, apontou. Já levei tantas rasteiras, tanta pancada, a última pancada dói até hoje”, disse ele.
CLIQUE AQUI PARA FICAR POR DENTRO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO.
