Estúdio do Jornal Nacional pega fogo, caos se instala e âncoras voam às pressas para São Paulo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

08/05/2021 às 07:00 · Tempo de leitura: 3 minutos

William Bonner e Renata Vasconcellos nos bastidores do Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

William Bonner e Renata Vasconcellos nos bastidores do Jornal Nacional (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Globo sofreu um incêndio de grandes proporções e os estúdios em que o “Jornal Nacional” eram filmados foram os maiores afetados

Um incêndio de grandes proporções causou um enorme prejuízo para a TV Globo, na tarde do dia 4 de junho de 1976. Enquanto o “Jornal Hoje” era exibido, a emissora saiu do ar misteriosamente e logo depois foi anunciado que as chamas atingiram as áreas mais importantes da emissora, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, inclusive o cenário do “Jornal Nacional”. Relembre na coluna Fez História.

De acordo com o site Aventuras na História, do Uol, tudo começou por causa de um curto-circuito no ar-condicionado. O local mais afetado foi justamente onde o “Jornal Nacional” era gravado por Cid Moreira e Sérgio Chapelin, que se tornaram a dupla mais respeitada do telejornal.

O sinal que foi exibido nacionalmente aquele dia foi diretamente de São Paulo, que já tinha uma grande estrutura para comportar e transmitir o sinal da emissora. Na mesma tarde, um jato fretado levou os âncoras do “Jornal Nacional” e toda a equipe para a capital paulista, onde o noticiário mais assistido do Brasil foi apresentado por 3 meses.

PREJUÍZO ABSURDO

Segundo a matéria, a Globo teve um prejuízo de Cr$ 170 milhões (cerca de R$ 61 milhões em valores atuais). As três novelas que estavam no ar – Vejo a Lua no Céu, O Feijão e o Sonho e um de Anjo Mau – tiveram alguns capítulos antigos perdidos, mas não precisaram interromper as filmagens.

FALTA DE FISCALIZAÇÃO

Vale ressaltar que a emissora já sofreu com outros incêndios ao longo da história, assim como a Record, a Manchete e a Excelsior. Obviamente, a falta de normas que impedem que o fogo se alastre, ou sequer comece, ainda era muito presente há muitos anos.

Cid Moreira e Sérgio Chapelin no “Jornal Nacional”, nos anos 1970 (Foto: Divulgação)

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