Ex-apresentadora da Globo conta horror que viveu na adolescência

Ex-apresentadora da Globo e hoje contratada do TV Fama da RedeTV!, contou em entrevista que sofreu abuso sexual quando era apenas uma adolescente. Na época com apenas 13 anos, ela se envolveu com alguém muito mais velho.

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“Eu era uma menina e ele era um cara de 27 anos”, contou Alinne Prado. Na Globo, ela participou do Vídeo Show e Encontro com Fátima Bernardes, como repórter. Em conversa com Daniela Albuquerque, a apresentadora falou sobre abuso, infância humilde e carreira.

Ela iniciou falando sobre seus sonhos quando criança. “Eu escrevia para Deus que gostaria de morar perto da praia, ser rica, ter amigos influentes. Sempre fui olhando o impossível. Eu queria ir além, ser a melhor versão de mim”, explicou ela.

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Em seguida, ela abriu o coração e falou do abuso sexual que sofreu quando tinha apenas 13 anos. “É a primeira vez que estou falando disso. Meu primeiro namorado foi o primeiro homem que me olhou. Eu era uma menina e ele era um cara de 27 anos, gerente de uma boca de fumo. Sofri dele todos os tipos de abuso, fui abusada sexualmente e só entendi isso muito tempo depois, porque eu pensava que era normal. A minha primeira relação sexual foi sem o meu consentimento”, contou ela.

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Ex Globo, Alinne Prado, apresentadora da RedeTV!, expõe abuso sexual - Foto: Reprodução

Ex Globo, Alinne Prado, apresentadora da RedeTV!, expõe abuso sexual – Foto: Reprodução

FAMÍLIA FOI AMEAÇADA DE MORTE

Por morar dentro de uma comunidade, a família foi ameaçada de morte. “Dentro de cada comunidade existe uma lei, funcionam de maneiras diferentes. Quando o meu pai foi buscar uma satisfação, tentando entender o que tinha acontecido, ele foi ameaçado de morte. Foi muito duro para mim e para a minha família inteira também”, contou ela.

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AGRESSOR FOI ENCONTRADO MORTO

Anos depois já atuando como repórter, a ex Globo contou que o corpo do seu agressor foi encontrado morto. “Fui fazer uma cobertura e soube que acharam um corpo na Ilha do Governador, na entrada de uma comunidade, mas não era a que eu morava. Quando eu estava indo fazer a matéria e descobri o nome, era essa pessoa que anos atrás eu tinha me relacionado. Eu voltei, nem quis ir, não vi. Eu nem senti raiva, não senti nada, só muita pena. Muita pena por ter ido tão jovem”, contou ela.

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