Ex-BBB Marcos Harter é investigado após quebrar regras do Conselho de Medicina e propaganda ilegal
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Marcos Harter se envolveu em mais uma grande polêmica (Foto: Divulgação)
Marcos não tem autorização para exercer a profissão em estado brasileiro. Ele também é investigado por publicidade ilegal do uso da medicina.
O ex-BBB Marcos Harter se envolveu em uma nova polêmica. Após irregularidades, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) abriu uma sindicância para investigar o médico nessa quinta-feira (9).
O procedimento administrativo foi inciado após uma série de anúncios de Marcos no perfil dele nas redes sociais. Ele havia informado sobre preços de cirurgias para a implantação de próteses de silicone.
Na publicação, era informado que a implantação das próteses custava R$ 6.950 com todos os procedimentos inclusos. Entretanto, embora a clínica de Marcos esteja localizada em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, as publicações estavam direcionadas para clientes de Florianópolis (SC). Mas, conforme o CRM-MT, Marcos não tem autorização para praticar a profissão em Santa Catarina.
Segundo o Conselho, o médico tem apenas registro em Mato Grosso, São Paulo e Paraná. Além do mais, Marcos também é investigado por propaganda ilegal do uso da medicina.
O Conselho comunicou ainda que há outros processos sendo apurados sobre possíveis desvios éticos dele. Existe a suspeita de que Marcos fazia as refeições diárias no local das cirurgias.
“O CRM-MT repudia de maneira veemente tais desrespeitos ao Código de Ética Médica e observa todos os aspectos atinentes à responsabilidade profissional. Zelamos pelo perfeito desempenho ético da medicina, bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão”, ressalta.
O CRM de Santa Catarina (Cremesc) recebeu notificação pelo departamento jurídico do Conselho de MT para ficar acompanhando as condutas de Marcos no estado.
A nota ainda afirmou que é vedado ao médico a “prática de concorrência desleal, o exercício mercantilista da medicina; permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos em qualquer veículo de comunicação de massa”.
Além disso, não pode deixar de ter caráter “exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade”. Segundo conselho, também não é permitido a divulgação de assuntos médicos de “forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico”, diz trecho na nota.
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