Ex-diretor detona podridão de chefão do jornalismo da Globo e escorraça tudo: "Um pangaré"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

04/12/2021 às 21:24 · Tempo de leitura: 2 minutos

Globo (Foto: Divulgação)

Chefão da Globo tem podridão exposta por ex-diretor

A pancadaria na TV Globo segue por conta das inúmeras demissões do setor jornalístico do canal. E agora, chegou até ao alto escalão. Ali Kamel, diretor do jornalismo da emissora foi atacado por Tonico Duarte.

O ex-diretor detonou as inúmeras demissões dos Marinhos para se livrarem dos altos custos. Através de uma postagem no Facebook, Tonico expôs podridão do chefão da Globo: “As melodramáticas cartas de despedida do Ali Kamel. Como ele não sabe escrever, elas soam como os bolerões cafonas de Carlos Alberto ou Lindomar
Castilho. Poderia resumir a coisa pra: ‘Tio, está com muito cabelo branco, chegou a hora de comprar um sítio e criar galinhas'”.

Em seguida, Duarte citou alguns recentes jornalistas que foram demitidos. “Trabalhei com Gaspar, Zé Hamilton, Chico José, Isabela e Renatão, entre outros. São todos puros-sangues da profissão. Quem os rifa, um pangaré”, disse ele.

Uma jornalista aproveitou o espaço para fazer uma denúncia contra a GloboNews: “Não recebi nenhuma carta do Ali. Nem poderia! Afinal , nesses anos todos, todas as vezes que nos encontramos, em SP ou no Rio, ele sequer me deu um oi. Seguiu em frente, com o olhar perdido no deserto, sem me olhar. Acho que esperava que eu me prostrasse aos pés dele, dizendo Alá seja louvado! Mas eu não fiz não! Então, sem olá nem adeus! Melhor assim, mais verdadeiro, de ambas as partes.”.

TONICO TAMBÉM NÃO RECEBEU A FAMOSA CARTA

Em resposta, Tonico comentou que também não foi privilegiado pelo chefão da Globo: “Também não recebi nenhuma carta. Ainda bem porque escrever não é o forte do amigo. Um especialista em, ao cruzar com você, enfiar a cara no telefone pra fingir que estava decidindo como a TV Globo ia cobrir a Terceira Guerra Mundial. Hábito, aliás, copiado por uma chefa que a patuléia chamava de Dona Água: incolor, inodora e insípida.”.

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