Saiba tudo sobre afalência de uma das cervejas mais amadas após 78 anos

E neste domingo (24), o TV Foco relembra uma das falências que deixou os amantes de uma boa cerveja completamente em choque.

Continua depois da publicidade

Dessa forma, com direito a nada mais, nada menos que mais de meio bilhão e extinta até no Pão de Açúcar, vocês irão conferir agora tudo sobre a falência de uma das cervejas mais amadas após 78 anos.

As informações são do portal g1 e conforme o que foi divulgado no ano de 2017, a Heineken anunciou um acordo para comprar a Brasil Kirin, dona da Schin controlada pelo grupo japonês Kirin Holdings Company.

Continua depois da publicidade

Ou seja, a empresa faliu, pois acabou aqui no Brasil, é importante salientar que não se tratou de processos judiciais.

Assim, com o negócio, a companhia holandesa se tornou a segunda maior empresa de cerveja do Brasil, acirrando ainda mais a concorrência com a Ambev e o Grupo Petrópolis.

Na época, vale falar, a Heineken pagou 664 milhões de euros (cerca de R$ 2,2 bilhões) pela totalidade das ações da Brasil Kirin. Somadas as dívidas, a empresa foi avaliada em 1,025 bilhão de euros (R$ 3,4 bilhões).

Continua depois da publicidade

Ainda segundo o que foi divulgado pela fonte, na época, o negócio incluiu a aquisição das 12 fábricas da Brasil Kirin, além da rede própria de vendas e distribuição.

O que aconteceu com a marca Schin?

Em comunicado, a gigante holandesa destacou que a Brasil Kirin teve participação de 9% no mercado de cervejas em 2015, com atuação “particularmente forte no Norte e Nordeste onde a Heikeken possui atualmente uma participação menor”.

Segundo o que foi informado, a transação transformou o negócio existente da Heineken em todo o país, ampliando sua presença, aumentando a escala e fortalecendo ainda mais seu portfólio de marcas.

É importante falar ainda que, da marca Schin, o porfólio da Brasil Kirin inclui cervejas, refrigerantes, sucos, energéticos e águas de marcas como Devassa, Baden Baden, Eisenbahn, Cintra, Glacial, Água Schin, Fibz, ECCO, Itubaína, Skinka e Viva Schin.