Fraude e Pedido de falência do Banco do Brasil fazem com que Faculdade tradicional respire por aparelhos

Uma faculdade extremamente tradicional e famosa, reconhecida por seus competentes professores, vive por aparelhos após fraude e pedido de falência do Banco do Brasil.

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Essa história tem diversos capítulos e hoje em dia a Faculdade se mantém ativa, mas ainda está se movendo com muitas dificuldades.

Segundo informações do jornal O Globo, o Banco do Brasil entrou com pedido na Justiça do Rio para que o plano de recuperação apresentado pelas Faculdades Hélio Alonso (Facha) seja negado e, consequentemente, seja declarada a falência da empresa, em fevereiro de 2023.

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O Banco do Brasil alega que o plano é abusivo e que prevê a recuperação da faculdade nas custas dos credores.

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Segundo o jornal O Dia, a Faculdade foi acusada pelos professores de fraude, segundo a mesma, ela é acusada de ter fraudado demonstrativos de rendimentos de professores e ex-professores. Os documentos, enviados à Receita Federal, teriam sido superfaturados.

Segundo uma ex-funcionária da instituição, que preferiu não se identificar, todos os professores demitidos em 2022 ou 2023 tiveram o mesmo problema.

QUAIS AS ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES?

A última notícia, divulgada pelo Jornal O Globo, informa que a justiça negou o pedido de falência dos credores e que a faculdade ainda sobrevive com a recuperação judicial.

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No acórdão, os desembargadores afirmaram que, apesar de não possuir finalidade lucrativa, a Facha exerce, em essência, atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou serviços não havendo, portanto, nenhum impedimento para que pleiteie a recuperação judicial.

Em nota enviada ao jornal O Globo, em fevereiro, a faculdade diz que “A recuperação judicial da OHAEC, mantenedora da FACHA, encontra-se em tramitação regular. E a etapa atual, fundamental para o bom andamento do processo, é a de negociação do plano com os credores. A posição do Banco do Brasil, citada na nota publicada, é tecnicamente uma manifestação isolada de “objeção ao plano”, além de não ter qualquer respaldo na lei”.