Fafá de Belém diz que feminismo é exagerado e detona o empoderamento
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fafá de Belém e a filha Mariana Belém (Foto: Antonio Chahestian/Divulgação/Record)
Fafá de Belém e Mariana Belém (Foto: Antonio Chahestian/Divulgação/Record)
A cantora Fafá de Belém se envolveu em uma polêmica na noite desta segunda-feira (30), ao participar do Programa do Porchat com a sua filha, Mariana Belém. Na ocasião, elas criticaram o feminismo e o empoderamento das mulheres na atualidade.
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Ela disse que não concorda com o radicalismo de alguns discursos e que o acha exagerado. “Eu vivi os anos 70. Nós tínhamos uma liberdade de escolha, de comportamento, foi quando se rompeu uma série de barreiras”, iniciou ela na conversa com Porchat.
“Há muita confusão hoje no que é realmente é empoderamento e no que é manipulação machista sobre o que seria uma liberdade. Uma menina de 11 anos, com uma minissaia dois dedos abaixo da pepeca, dançando funk e filmando com o celular, isso é empoderamento?”, questiona.
“Ela não sabe o que é o corpo dela”, completa. “Um dia fui em um debate e disseram ‘primeiramente fora homens’. Contaram uma história de uma mulher em Copacabana que um homem piscou para ela no sinal e ela não gostou. Na minha geração, isso era o máximo, era o que a gente queria”, explica.
“Sou de um tempo que para a gente saber se estava realmente gostosa passava em frente a uma obra. Se assobiassem… Está havendo uma confusão de defesa do que é empoderamento e o ‘tudo pode’. Acho que está exagerado”, disparou.
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“Daqui a pouco vai ter que pedir: ‘licença, posso te cortejar? Não vai levar a mão e assinar aqui que não é assédio eu te chamar para sair?’ De um lado, desculpa, tem o funk, do outro, o empoderamento. Onde isso se cruza?”, reflete.
“Virar uma peça de carne que neguinho batuca na bunda não é empoderamento, é um retrocesso e ceder de novo à exposição da mulher. O corpo é seu, mas se cuide, se proteja. Sou doida, mas sou careta”, conclui.
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