Falência: Companhia Aérea e loja de eletrodomésticos explodem em dívidas bilionárias e fecham as portas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Duas das maiores empresas do Brasil precisaram lidar com falência (Foto: Reprodução)
Companhia área e empresa de eletrodoméstico tiveram falência decretada pela justiça
Muitas empresas se complicam com suas contas e acabam tendo que pedir recuperação judicial. Esse é o último passo antes da própria justiça sentenciar que uma empresa entrou em falência e logo é obrigada a encerrar seus negócios.
ITAPEMIRIM
Com seis meses de operação, Itapemirim faliu (Foto: Reprodução)
O grupo Itapemirim era um dos maiores do ramo de transportes rodoviários e rodava principalmente no sudeste do país. Desde de 2016, ele estavam em recuperação judicial e somavam mais de R$ 2 bilhões em dívidas. Mas, não para por aí, a empresa chegou a colocar passagens áreas para vender e no fim, deixou milhares de pessoas na mão, porque faliram e haviam colocaram os aviões no ar por um período de seis meses apenas;
Foi no ano passado que a justiça decretou a falência do Grupo Itapemirim. Credores tentam ainda reverter a falência na justiça, mas o caso é delicado.
RICARDO ELETRO
O empresário Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro não negou dívida com a Globo, atribuída por ele à rede varejista (Reprodução)
Um dos maiores varejistas do mercado também faliu e foi duas vezes apenas em 2022. Estamos falando da Ricardo Eletro, loja de eletrodomésticos mais famosas do país. Apesar de ter sua falência decretada duas vezes, em ambas ocasiões a empresa conseguiu reverter o quadro.
Em recuperação judicial desde 2020, a Ricardo Eletro atualmente só está operando com vendas pela internet. Até junho de 2022, as dívidas da empresa estavam na casa dos R$ 4 bilhões.
SABIA QUE EMPRESA DEMITIU 85% DOS FUNCIONÁRIOS?
A pandemia da Covid-19, que ocorreu entre os anos 2020 e 2021, trouxe severas consequências para a economia em todo o mundo. A prova viva disso é a enorme crise que vem atingindo vários setores em todo o mundo. Uma nova empresa, por exemplo, surpreendeu ao anunciar uma série de demissões.
Para se ter uma pequena dimensão, a famosa empresa promoveu uma demissão em massa e dispensou mais de 85% do seu quadro de empregados. A atitude foi tomada para tentar conter a crise, mas acabou provocando uma verdadeira reação em cadeia. As ações sofrerem uma forte desvalorização.
Aliás, estamos falando de uma empresa americana de foguetes, a Virgin Orbit. Após o anúncio de demissões, os papeis da companhia foram negociados a US$ 0,19 na bolsa de Nasdaq, em Nova York. No pregão do dia seguinte, as ações desvalorizaram ainda mais, atingindo o baixíssimo valor de US$ 0,04.
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