Após anos de sucesso, o grupo foi investigado pela Vigilância Sanitária e foi à falência, sendo obrigado a encerrar as atividades

Foi uma longa temporada de sucesso, até a triste e escandalosa decadência. Surpreendentemente, clientes e funcionários receberam a notícia de que uma famosa rede de açougues caiu em falência.

Continua depois da publicidade

Para quem não acompanhou o caso, a Vigilância Sanitária descobriu diversos produtos deteriorados em meio às mercadorias da Casa de Carnes Vargas. Depois disso, surgiram sérios problemas financeiros.

Falência, Casa de Carnes Vargas
Vigilância Sanitária expôs carne podre em açougue, o que impediu comercialização e trouxe problemas financeiros ao grupo (Foto: Divulgação)

Segundo o Olhar Jurídico, a rede de açougues tem mais de R$ 2 milhões em dívidas acumuladas. O valor é dividido entre fornecedores e bancos, como Bradesco, Caixa Econômica Federal, Energisa, BRF e Itaú.

Continua depois da publicidade

Essa decisão de falência partiu da juíza da 1ª Vara Cível de Cuiabá. No processo, a promotora apontou que, diante das atuais circunstâncias, já não havia meios para que as contas fossem pagas pela empresa.

Continua depois da publicidade

Em 2023, a Vigilância Sanitária e os agentes da Polícia Judiciária Civil apontaram que 825 quilos de produtos de origem animal foram presos sem a menor condição de consumo. Isso, claro, agravou a crise.

Após a repercussão do caso, não foram encontradas manifestações oficiais da empresa sobre o ocorrido, além do que corre na Justiça. O espaço segue aberto para que os representantes possam dar sua versão.

Continua depois da publicidade
Falência
Companhia alimentícia tem dívida milionária e teve falência decretada (Foto: Divulgação)

O que aconteceu com a Casa de Carnes Vargas?

Frangos, carnes bovinas e linguiças teriam sido apreendidos na investigação da Vigilância Sanitária. Isso fez com que a imagem do tradicional açougue fosse prejudicada com os clientes e os supermercados.

A fiscalização revelou que a empresa adquiria carcaças, realizava desossa e condicionava os produtos alimentícios em embalagens de maneira totalmente irregular. O consumo, então, se tornou impróprio.

Continua depois da publicidade