Não resistiram: Falência de 3 montadoras de carros populares no Brasil faz donos chorarem no banho até hoje
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Falência - Montagem: CANVA
Tudo sobre o fim de três montadoras importantes no Brasil que, sem dúvidas, ainda deixa os motoristas em estado de choque com a notícia
A falência de uma grande empresa sem dúvidas sempre é motivo de choque e, na maioria das vezes, acaba tomando uma proporção nacional, por todo o seu impacto socio e econômico.
Quando se trata da falência de montadoras de carros, então, os motoristas simplesmente até choram no banho. Pensando nisso, nesta quinta-feira (11), vocês irão relembrar a falência de três montadoras de carros populares no Brasil, que até hoje impacta muita gente. As informações são do portal AutoPapo.
Vamos então iniciar falando sobre a Chrysler. De acordo com a fonte, o caso da Chrysler é um dos mais conturbados da indústria automobilística nacional. Afinal, a multinacional fechou plantas no país não apenas uma, mas duas vezes.
Assim, o início das operações no Brasil remonta a 1967, quando a empresa adquiriu as instalações da francesa Simca, incluindo a fábrica localizada em São Bernardo do Campo (SP), mesmo município onde, coincidentemente, a Ford também operou.
O fato é que, no ano de 1979, com vendas em baixa, a Chrysler vende suas operações no Brasil para a Volkswagen. Interessada no know-how da concorrente estadunidense no segmento de caminhões, a empresa de origem alemã mantém a linha de automóveis somente até 1981. A fábrica de São Bernardo do Campo produziu veículos pesados por mais algum tempo até ser fechada, ainda naquela década.
Em segundo lugar, vamos falar sobre a Mercedes-Benz. Para quem não sabe, após anos de sucesso, no ano de 2016, a montadora começou a montar os modelos Classe C e GLA em uma nova planta, instalada em Iracemápolis (SP). Entretanto, a unidade paulista teve vida muito curta: fechou as portas em dezembro de 2020.
Assim, desde então, a empresa alemã produz nacionalmente apenas veículos pesados, mas segue importando carros de passeio.
Seguindo com a nossa lista, temos também a Alfa Romeo. No ano de 1978, a Alfa Romeo repassou as operações brasileiras para a Fiat. Vale lembrar que, em âmbito global, as duas empresas permaneceram independentes por mais algum tempo, passando a integrar o mesmo grupo em 1987.
Assim, as informações dão conta de que a Fiat logo tratou de transferir as operações de Xerém para Betim (MG). Em 1986, porém, o sedã 2.300 deixava de ser produzido na fábrica mineira. A unidade fluminense acabou sendo ocupada pela encarroçadora Ciferal. Já a Alfa Romeo voltou a atuar no país em 1990, mas apenas como importadora, até abandonar novamente o mercado brasileiro em 2006.
Quais são as maiores montadoras de carros do Brasil?
Em números de veículos produzidos, as cinco maiores são: Toyota, Volkswagen, Hyundai, General Motors e Ford.
Mas, as três montadoras que lideram as vendas são FCA (grupo da Fiat), GM e Volkswagen.
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