50 lojas fechadas: Falência de atacadista tão popular quanto o Assaí deixa funcionários sem chão com calote
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Assaí e mercado (Fotos: Reproduções / Internet / Canva)
Atacadista, tão popular quanto o Assaí, começou a lidar com crise, fechamento de 50 lojas e após falência deixou funcionários sem pagamentos
No Brasil, existem diversas opções de atacadistas para que os consumidores encontrem os melhores preços e produtos. Enquanto alguns são vistos como os maiores, como o Assaí, outros lidaram com fechamentos em massa e até mesmo a falência.
Nesta quarta-feira, 24, iremos relembrar a falência de um atacadista após o fechamento de 50 lojas, demissões e calotes em funcionários. O caso ocorreu em 2017 e se estendeu até 2020, mas ainda é muito lembrado pelos brasileiros.
Estamos falando do Seta Atacadista. Fundado em meados dos anos 2008, a empresa nasceu com o propósito de atender às crescentes necessidades dos consumidores. Porém, em 2017, passou a ter os primeiros problemas.
De acordo com informações do portal Exame, em fevereiro de 2017, o rival do Assaí precisou fechar 28 lojas das 50 que possuía nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas.
Na cidade de São Paulo foram encerradas sete lojas e demitidos 1.180 trabalhadores, segundo Josimar Andrade, diretor do Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Na época, a empresa confirmou os fechamentos, mas não falou sobre as demissões ao portal Exame.
Por meio de nota, o grupo ressaltou que necessitava do crédito, mas com as restrições nos empréstimos bancários por causa da crise, a empresa teve que reduzir a operação para se reorganizar.
FIM DEFINITIVO
Na mesma época, o rival do Assaí teve a sua falência, segundo o portal Passa Palavra. Antes mesmo do fim definitivo, alguns funcionários tentaram reagir, após os fechamentos, demissões e salários atrasados.
Na época, os funcionários da unidade do Capão Redondo fizeram greve e bloquearam a entrada do mercado para convencer os clientes a não fazer compras.
Os donos das lojas ainda tentaram esvaziar as lojas, mas foram impedidos pelos funcionários, que passaram a fazer vigília. O movimento se espalhou e trabalhadores de outras unidades fizeram o mesmo.
Após negociações, os bloqueios foram desfeitos e a mobilização refluiu. Mas, após três anos, em 2020, alguns trabalhadores entraram na Justiça para receber o dinheiro de salários atrasados.
O portal Passa Palavra chegou a conversar com um dos funcionários do Seta Atacadista do Capão Redond no ano de 2020. Durante o bate-papo, ele falou sobre os bastidores do empreendimento.
“Tentaram fazer um acordo de pagamento parcelado, a maioria não aceitou. Depois tentaram levar pro sindicato, e os acordos que foram tentados lá também não deram certo. E na justiça também, pelo que eu fiquei sabendo, os acordos que eles fizeram na justiça também não foram pagos”, disse o ex-funcionário.
Protesto Seta Atacadista (Foto: Reprodução / Passa Palavra)
Protesto Seta Atacadista (Foto: Reprodução / Passa Palavra)
Funcionários Seta Atacadista (Foto: Reprodução / Passa Palavra)
Como é a entrevista no Assaí?
Como havíamos mencionado, o Assaí tornou-se uma das maiores varejistas do país. Desse modo, muitos profissionais buscam trabalhar na empresa.
Uma das perguntas mais frequentes é como é a entrevista do Assaí. De acordo com o portal Glassdoor, o processo é simples.
O processo seletivo conta com uma entrevista online com perguntas de português básico, seguida de entrevista via video com gestor.
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