Dívida de R$100M e venda à rival: A falência de gigante dos eletrodomésticos tão popular quanto as Casas Bahia
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
O triste fim de rede gigante dos eletrodomésticos (Foto: Reprodução/ Internet)
Confira tudo sobre a falência de uma rede gigantesca de eletrodomésticos que não suportou a crise, e mesmo sendo tão popular quanto as Casas Bahia, acabou fechando as portas e sendo vendida a rival
Gerir um negócio, sem sombra de dúvidas, não é uma tarefa nada fácil, isso porque uma série de fatores pode levar até mesmo um grande empreendimento ao fim. Dessa vez, por exemplo, iremos falar sobre a falência de uma empresa gigantesca de eletrodomésticos, tão popular quanto as Casas Bahia, que não suportou crise e acabou encerrando as atividades. A seguir, confira todos os detalhes sobre o fim dessa rede que chegou a ser vendida à rival.
Bom, para quem não sabe, estamos falando sobre o triste fim da Dudony, que foi uma das maiores redes de eletrodomésticos do Brasil. Fundada em 1988 como uma distribuidora, e segundo a ‘Wikipédia’, em 1992, inaugurou a sua primeira unidade em Maringá, no estado do Paraná. Vale dizer que, com o tempo, a empresa foi ganhando bastante espaço no restante do estado e até na capital, chegando a ter algumas lojas em São Paulo.
As informações ainda dão conta de que até o ano de 2009, a rede era a maior do estado do Paraná, com cerca de 110 unidades em funcionamento e empregando aproximadamente 2 mil e quinhentos funcionários. A fonte destaca que a Dudony possuia três áreas de armazenagem e distribuição com 11 mil m² localizadas em Maringá, onda era a sede da empresa, que ruiu.
No entanto, em meio a crises, a Dudony, em 2008, entrou com um pedido de recuperação judicial, em razão de dívidas bancárias e débitos com fornecedores, na 1ª Vara Cível de Maringá, esse que foi deferido pelo juiz Mário Seto Takeguma. Apesar do esforço, em fevereiro de 2009 a rede colocou à venda 11 lojas no estado de São Paulo. A dívida da rede chegou a ultrapassar os R$ 100 milhões.
Ainda em junho de 2009, o Grupo Silvio Santos, um grande rival da época, comprou a rede por aproximadamente R$ 25,6 milhões. Valor equivalente à cerca de 25% da dívida, que teria o pagamento escalonado até 2014, com exceção de R$ 393 mil referentes a pendências trabalhistas, que deveriam ser desembolsados no prazo de um ano.
O que é recuperação judicial
Segundo o ‘UOL’, o primeiro ponto da recuperação judicial é evitar que uma empresa quebre e vá à falência. Dessa forma, a ideia não é apenas ajudar os donos do empreendimento, mas também evitar que trabalhadores fiquem sem emprego, que fornecedores percam um cliente, que consumidores percam um serviço ou produto e o que Estado deixe de arrecadar impostos.
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