Famosa empresa, responsável pela venda de doces clássicos, encarou processo de falência e teve fábrica comprada por rival

Depois de atingir a infância de boa parte dos brasileiros, uma popular marca teve um desfecho inesperado. Responsável por chocolates em formato de cigarros, lápis e moedas, a empresa acabou caindo em falência, após anos de sucesso.

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O caso ganhou uma forte repercussão no ano passado, quando o processo foi oficialmente divulgado ao público. Por causa do apelo emocional e nostálgico em torno da doceria, a notícia foi lamentada por clientes antigos e até concorrentes do mercado.

Falência
Chocolates Pan foi à falência, mas continuará sendo vendida (Foto: Divulgação)

Antiga e tradicional no ramo dos doces, a fábrica da Chocolates Pan, amada pelo público, ganhou um novo dono em 2023. Localizado em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, o espaço foi a casa de produção do grupo que atravessou gerações no Brasil por mais de 80 anos.

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Em setembro, segundo o G1, a Cacau Show arrematou o espaço em um leilão por nada menos R$ 71 milhões, que foi oficialmente homologado pela Justiça de São Paulo. Na ação, o imóvel foi recebido pelo novo proprietário livre de qualquer pendência financeira.

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No último mês de março, veio uma outra informação que minimizou a tristeza dos consumidores. Depois de 25 propostas, a Real Solar, de Goianinha, comprou os 37 nomes da companhia por R$ 3,1 milhões, garantindo que, apesar de ter novos proprietários, seguirão em circulação.

Chocolates Pan, Falência
Chocolates Pan enfrenta dívidas que passam de R$ 260 milhões (Foto: Divulgação)

O que aconteceu com a Chocolates Pan?

Em nota, os representantes da produtora de doces alegaram que sofreram uma forte queda durante a reestruturação que passaram em 2017. Depois disso, veio a pandemia do coronavírus que prejudicou ainda mais a situação financeira deles.

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O processo de falência, para quem não sabe, reúne os bens dos empresários e dos sócios em questão. A Justiça, então, decide o que deve ser liquidado para levantar verba e pagar as dívidas com credores, fornecedores ou funcionários, que somam mais de R$ 260 milhões.

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