Fim das produções: Gigante dos eletrodomésticos teve falência decretada e foi engolida pela Electrolux

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

21/05/2024 às 21:36 · Tempo de leitura: 3 minutos

Electrolux fez investimento milionário (Foto: Divulgação)

Electrolux investiu R$ 70 milhões na compra da massa falida de uma antiga concorrente

Uma popular empresa de eletrodomésticos se viu obrigada a se render à maior rival no Brasil. Depois de anos brigando no mercado, a companhia decretou falência e viu seus bens serem vendidos para a Electrolux.

Foi uma longa temporada disputando os mesmos clientes, mas, após um período de crise, o grupo não conseguiu mais se manter operando. Depois disso, surpreendentemente, o caso foi parar na Justiça e não teve mais volta.

Em 2017, a Electrolux comprou a marca Continental, que fazia parte da massa falida da Mabe Brasil (Foto: Divulgação)

Para quem não acompanhou, essa história aconteceu em 2017. Segundo o G1, naquele ano, a Electrolux comprou a marca Continental na América Latina. Antes disso, ela pertencia à Mabe Brasil, que teve sua importância no varejo, mas acabou caindo em falência.

Na época, a Electrolux teria investido R$ 70 milhões na massa falida do grupo rival em um leilão. Conhecida entre os clientes, a Continental fazia parte da Mabe desde 2009, quando a empresa chegou a ser vice-líder de vendas no setor, superando a própria compradora na época.

Diante de uma forte crise, a Mabe Brasil, empresa de eletrodomésticos, pediu Recuperação Judicial e depois foi à falência (Foto: Divulgação)

O que aconteceu com a Mabe Brasil?

Segundo a Exame, em 2013, o grupo entrou com um pedido de Recuperação Judicial, alegando problemas de liquidez. O processo foi aceito, tentando tornar viável sua permanência no Brasil, fechando uma das fábricas. Porém, as dívidas já passavam de R$ 490 milhões.

Na época, a Mabe comunicou que a operação seguiria normalmente com os serviços de pós-venda, SAC e rede de assistência técnica, mas acabou demitindo 1,5 mil pessoas, De acordo com o site TMA. Após 3 anos da ação, o grupo pediu falência oficialmente à Justiça de São Paulo.

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