Falência de plano de saúde popular no Brasil deixa 35M idosos na mão

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

01/10/2024 às 22:19 · Tempo de leitura: 4 minutos

A falência de plano de saúde tradicional (Reprodução: Montagem TV Foco)

O Brasil é um dos únicos países do mundo que oferta saúde gratuita para a população. Apesar disso, temos a disposição vários planos de saúde. Nessa matéria, falaremos de um que foi a falência.

Aliás, a notícia acabou chocando todo mundo. Isso porque a empresa deixou nada mais, nada menos do que 35 mil usuários sem assistência. A falência segue deixando milhares de pessoas desamparadas.

Para quem não sabe, estamos falando sobre a quebra do All Saúde. De acordo com informações do portal Estado de Minas, a quebra da empresa acabou sendo concretizada em 2017.

Segundo o portal ‘O Tempo’, em 29 de janeiro de 2016 os clientes do plano All Saúde, que atingia mais de 35 mil usuários, acabaram pegos de surpresa ao procuraram a sede da operadora em Belo Horizonte.

Ao chegarem no local, eles eram informados de que a empresa não existia mais. Assim, os clientes ficaram sem atendimento médico. Desde então, a empresa se afundou em uma crise.

A falência da All Saúde iniciou em 2017, o que continuou a gerar controvérsias e incertezas entre credores, fornecedores, trabalhadores e clientes. Outra coisa que chama atenção é a falta de transparência.

A falta de transparência na administração judicial tem alimentado a desconfiança de que as falências estão sendo proteladas intencionalmente, a fim de manter vencimentos recebidos da massa falida.

Em 2021, reportagens do Estado de Minas têm destacado a prolongada espera por uma resolução e o pagamento devido aos envolvidos. Aliás, a situação se tornou ainda mais complicada.

Em maio de 2021, uma nova reviravolta ocorreu quando o empresário Alexandre Costa Pedrosa, sócio majoritário da All Saúde, foi condenado por sonegação fiscal em valores milionários, após denúncia do MPF.

Considerações finais:

A falência de uma empresa sempre costuma trazer prejuízos para os clientes. Aliás, não foi diferente com o anúncio da quebra de um plano de saúde gigante que deixou nada mais, nada menos do que 35 mil clientes na mão. A grande maioria deles sendo idosos.

Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Segundo o portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Aliás, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.

Mas, a ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa pague as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio.

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