Sem condições para continuar e falência decretada: O fim decadente de hospital gigantesco no Brasil após anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Hospital teve a falência decretada (Foto: Reprodução/ Internet)
Hospital teve a falência decretada pela Justiça
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso por uma série de situações podem levar ao fim de um grande empreendimento. Dessa vez, por exemplo, falaremos a respeito do fim decadente de um hospital gigante. Ele teve a falência decretada pela Justiça do Brasil.
Para quem não sabe, estamos falando do Hospital Lúcio Rebelo, localizado em Goiânia. Ele foi fundado em 1970 e conhecido por ser o primeiro hospital do estado de Goiás a realizar fertilização in vitro. De acordo com informações do Jornal Opção, o espaço teve a falência decretada em agosto deste ano.
Em março, sob a liderança do cardiologista Jorge Nabuth, a unidade até planejou reiniciar os atendimentos de maneira gradual, mas, conforme o juiz William Costa Mello, não mostrou mais condições de recuperação para superar a crise econômica. Dessa forma, o magistério tomou sua decisão final.
Para que o hospital não se tornasse um “instituto vazio” sem suas “finalidades legais”, o magistrado decidiu pela falência do mesmo. William Costa Mello alegou que a administração judicial do Hospital Lúcio Rebelo não apresentou um “sistema rígido” para a recuperação e direito dos credores.
Hospital Lúcio Rebelo teve a falência decretada (Foto: Reprodução/ Internet)
Para ele, a administração mostrou “ausência de preservação da função social e estímulo à atividade econômica”. Uma empresa foi nomeada para assumir a responsabilidade pela administração judicial. Ela receberá 5% do valor da venda dos bens do hospital. Apesar da falência, ainda é possível supervisionar o processo de administração judicial.
Como foi o processo judicial?
Segundo informações do portal Folha Financeira, o Hospital Lúcio Rebelo já vinha enfrentando uma disputa judicial iniciada em 2016. Em 2017, ele foi vendido por R$ 25 milhões. A ação foi considerada fraude, uma vez que foram utilizadas empresas “laranjas” durante as negociações.
Em 2018, a instituição passou a se chamar Hospital Adonai. Nessa época, o centro médico começou a ter um retorno financeiro de atendimentos particulares e governamentais, mas não pagava os tributos, colaboradores, fornecedores e nem as contas de serviços básicos para se manter em funcionamento.
Alguns meses depois, o dono do hospital, o médico pediatra Percival Rebelo, solicitou a anulação do contrato de compra e venda. A justiça aceitou a decisão, mas devido à falta de recursos e equipamentos, o hospital foi fechado. Em 2021, os proprietários faleceram devido a complicações da Covid-19.
Hospital Lúcio Rebelo teve a falência decretada (Foto: Reprodução/ Internet)
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