Falência, R$ 100 milhões em dívida e voos suspensos: Companhia aérea vive mesmo terror da Gol após 45 anos

Companhia aérea vive mesmo terror da Gol (Reprodução/Montagem/Canva)
Terror da falência chega para companhia aérea gigante após contrair dívida milionária
Grande companhia aérea britânica sofre com terror da falência, após contrair dívida milionária e suspender diversos voos, deixando milhões de clientes desamparados com o destino da empresa.
Portanto, estamos falando da Flybe, principal companhia aérea do Aeroporto de Birmingham, na Inglaterra, que acabou encerrando suas operações em janeiro de 2023.
Acontece que a empresa já teria entrado em falência em 2020, quando empregava 2400 trabalhadores, segundo informações da CNN Brasil.
Com isso, a companhia contraiu sérios problemas financeiros e deixou de operar em março, quando se iniciou o ápice da pandemia.
Sem poder realizar voos, a Flybe teve um colapso financeiro por não conseguir ter receita e consequentemente a não pagar suas dividas que chegavam a 106 milhões de libras.
Além disso, as taxas altas de operação no Reino Unido cooperaram para a crise na empresa que teve seu fim decretado logo no inicio da pandemia.
Terror que também atormenta a companhia aérea Gol, que registrou um prejuízo líquido de R$135 milhões durante seu processo de falência nos EUA, de acordo com o portal Terra.
No entanto, a Flybe foi relançada em 2022, com um plano de operar 530 voos por semana em 23 rotas.
Contudo, segundo o portal Airway, a empresa logo passou a cancelar todos os voos e sua oferta comercial, declarando, pela segunda vez, falência em 2023.
Sobre o novo problema de insolvência, o diretor da agência de aviação civil do Reino Unido (UK CAA), Paul Smith, afirmou o seguinte:
“É sempre triste ver uma companhia aérea entrar em administração e sabemos que a decisão da Flybe de parar de operar será angustiante para todos os seus funcionários e clientes”.
Quando a companhia Flybe foi fundada?
A empresa foi fundada em 1 de novembro de 1979 como Jersey European Airways. Foi a primeira empresa a operar os Embraer E-Jets. Era a maior companhia aérea regional independente na Europa, operando 180 rotas em 65 aeroportos.


