Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a grande rival da Magazine Luiza, que após falência decretada, voltou como uma fênix

Nos últimos anos fomos pegos de surpresa com grandes empresas enfrentando situações de crise, e até mesmo chegando a declarar falência. 

Continua depois da publicidade

Contudo, nada choca tanto quanto o caso da loja de móveis, que após a falência com direito a prisão do dono, acabou ressuscitando para aterrorizar rivais como a Magazine Luiza.

Sem mais delongas, vamos direto ao ponto. Estamos falando da famosa varejista Ricardo Eletro.

Continua depois da publicidade

O que aconteceu com a Ricardo Eletro?

Bom, para quem não sabe, o pedido de recuperação judicial da empresa foi ajuizado ainda em 2014. À época, a empresa enfrentava uma crise financeira que durava anos e o passivo atingia R$ 100 milhões. Em julho de 2017, teve a falência decretada pela Justiça, de acordo com informações do portal InfoMoney.

Além disso, já conforme noticiado pelo G1, o portal de Notícias da Globo, em nota divulgada em 08/07/2020, deu conta de que o fundador da Ricardo Eletro acabou sendo preso em SP em operação contra sonegação fiscal em MG. De acordo com as investigações, aproximadamente R$ 400 milhões foram sonegados.

As informações dão conta ainda de que a rede de varejo cobrava dos consumidores, embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos, mas não fazia o repasse ao estado, segundo o G1.

Continua depois da publicidade

Na época, o MPMG informou ainda que a empresa se encontrava em situação de recuperação extrajudicial, sem condições de arcar com dívidas.

Pois bem, passado algum tempo, a empresa simplesmente ressurgiu das cinzas e deu a volta por cima de todas as polêmicas que se envolveu.

De acordo com informações da Veja, a Ricardo Eletro agora atende pelo nome Nossa Eletro. Inclusive, as primeiras unidades da nova bandeira foram inauguradas recentemente em Minas Gerais após a companhia conseguir reverter sua falência na Justiça.

Nessa nova fase, a empresa tem como objetivo até o fim deste ano sejam entre 18 e 20 unidades abertas, chegando à marca de 50 lojas em 2024. Ou seja, uma verdadeira reviravolta.