Tente não se impactar ao saber detalhes sobre as mais de 560 instituições financeiras que acabaram quebrando em país
A falência de uma grande empresa sempre acaba pegando muita gente de surpresa, principalmente quando se trata de uma instituição financeira.
Assim, nesta sexta-feira (5), vocês irão relembrar sobre a falência em massa de bancos que são decretadas e mais de 560 instituições financeiras acabaram quebrando em um país.
Como todos sabem, os bancos são um dos pilares da economia moderna, e um país em particular chamou a atenção pela confirmação da falência de bancos confirmadas e mais de 560 instituições financeiras quebradas.
Considerada a instituição financeira mais sólida de uma nação, que oferece uma variedade de serviços a população, empresas e governos, ofertando contas correntes, empréstimos, investimentos, cartões de crédito, seguros, e vários outros serviços, os bancos são muito importantes para a economia de um país.
E a maior economia do mundo, os Estados Unidos, teve mais de 560 bancos quebrados desde 2001, por problemas financeiros, reforçando a ideia de que elas não são tão sólidas quanto pareciam.
O número é de impressionar, e segundo o site “Seu Crédito Digital”, a maioria desses bancos que faliram nos Estados Unidos, foi durante a crise financeira de 2008, onde um dos maiores bancos do mundo, o Lehman Brothers, entrou com pedido de falência em setembro de 2008, dando início a crise do “sub Prime”.
Para quem não sabe, a crise do “sub Prime”, que teve início em 2008 nos Estados Unidos, afetou todo o planeta pelo fato do país ser a maior economia do mundo.


A crise se instaurou na época, pois as instituições financeiras estavam oferendo crédito imobiliário sem garantias de retorno, as famosas “hipotecas”, chegando a um ponto onde se as pessoas não conseguissem honrar com os compromissos, a instituição era quem assumia o prejuízo, e foi isso o que aconteceu, gerando a crise do “sub prime”.
O que acontece quando um banco declara falência?
Os bancos digitais são integrados ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), caso algum deles quebre ou decrete falência, o Banco Central bloqueia o dinheiro da instituição para garantir o pagamento de todos os consumidores. O FGC atesta o direito do recebimento de até R$250 mil de investimentos realizados com seu CPF.
Com a decretação da falência o devedor fica inabilitado para exercer qualquer atividade comercial, perde o direito de administrar seus bens e fica obrigado a cumprir os deveres legais descritos no artigo 104.
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