Falência, 825 kg de carne podre e interdição: O adeus de açougue tradicional após escândalo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

29/03/2024 às 09:30 · Tempo de leitura: 3 minutos

A falência de açougue tradicional (Foto: Reprodução/ Internet)

A falência de açougue tradicional, após decisão da Justiça

Existem vários motivos que levam as empresas a quebrarem, incluindo a falta de um plano de negócios, a falta de acompanhamento das necessidades do mercado e do público. Nessa matéria, por exemplo, falaremos sobre a falência de um açougue tradicional após uma grande polêmica.

Para quem não sabe, estamos falando a respeito do fim da Casa de Carnes Vargas – um açougue de Cuiabá que era especializado em “cortes gourmet”. A responsável por decretar a falência do empreendimento foi a juíza da 1° Vara Cível de Cuiabá, Anglizey Solivan de Oliveira.

De acordo com informações do portal Folha Max, o açougue tinha dívidas de R$ 2 milhões. Em 2023, eles foram flagrados em uma grande polêmica. Na ocasião, a Vigilância Sanitária identificou que o estabelecimento tinha nada mais, nada menos do que 825 quilos de “carne podre”.

A falência de açougue tradicional (Foto: Reprodução/ Internet)

A falência teria sido decretada porque o açougue não conseguiu superar as dívidas. Ainda segundo o Folha Max, um dos credores chegou a apresentar uma proposta para arrendar a massa falida e assim dar continuidade ao negócio. Entretanto, essa estratégia acabou não rolando.

“O comando falencial no tempo é de suma importância à proteção do ativo, por conseguinte, dos direitos e interesses do colégio de credores, e se impõe frente ao descumprimento da norma legal e ausência de viabilidade da atividade econômica”, analisou a magistrada.

Rede de açougues famosa teve falência decretada pela Justiça, após dívidas que somam R$ 2 milhões (Foto: TV Foco)

Dessa forma, os bens da empresa foram usados para o pagamento de credores com prioridade aos trabalhadores e tributos federais. Na sequência são pagas as hipotecas, penhoras, os credores quirografários, além de acionistas e sócios. Vale lembrar que tudo isso é previsto em lei.

O que é recuperação judicial?

A recuperação judicial é a maneira legal de que as empresas se utilizam para evitar a falência, sendo solicitada quando a empresa não tem condições de arcar com seus compromissos financeiros. Com a recuperação judicial a empresa em dificuldades poder reorganizar seu passivo, conseguindo se recuperar da dificuldade financeira e mantendo suas atividades.

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