Intervenção do Banco Central, falência decretada e venda ao Bradesco: O fim de 3 bancos populares no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Bancos populares no Brasil tiveram fim decretado (Foto: Reprodução/ Internet)
Bancos tiveram o fim decretado no brasil por diferentes motivos
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Nessa matéria, por exemplo, falaremos sobre 3 bancos populares no Brasil que tiveram o fim decretado por diferentes motivos, inclusive, falência.
Logo de cara, começaremos falando do Banco Mercantil e Industrial do Paraná S/A, muito conhecido como Bamerindus. O grupo empresarial era de propriedade da família Andrade Vieira (fundado por Avelino Antônio Vieira que, em 1994, passou a ter dificuldades financeiras.
Segundo informações da Wikipédia, o programa de recuperação não obteve resultados e em 1997 houve a intervenção da instituição pelo Banco Central e parte do banco foi incorporada pelo HSBC, e a outra parte, pelo Banco Central. Seu último presidente foi José Eduardo de Andrade Vieira.
Outra instituição financeira que saiu de cena foi o Banco Nacional. A empresa era famosa e patrocinava ninguém mais, ninguém menos que o eterno Piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. Segundo informações da Wikipédia, a instituição também foi um dos anunciantes do Jornal Nacional em 1969.
O banco surgiu em 1944 pelos irmãos José e Waldomiro Magalhães Pinto. A estratégia da marca sempre foi investir em esportes, colocando seu símbolo no uniforme de Vasco e Fluminense nos jogos finais do Campeonato Brasileiro de futebol de 1984. Mas, o Banco Nacional acabou enfrentando problemas.
Ele foi à falência em 1995. “A imagem que temos de um banco é de algo ruim, que nos cobra no final de cada mês, mas o Nacional conquistou posição interessante principalmente quando originou o nome do Jornal Nacional”, diz Marcelo Boschi, professor de branding da ESPM-RJ, segundo a revista Exame.
Ainda falaremos do HSBC Brasil. O banco britânico chegou ao nosso país em 1997 com planos bastante ambiciosos, entre eles se tornar o maior banco privado nacional. Contudo, as estratégias adotadas pela instituição financeira não deram muito certo. Aos poucos, a situação foi ficando bastante complicada.
Em 2014, segundo informações do portal Época, o banco fechou o ano com prejuízo de R$ 549 milhões. Diante dos resultados pífios e para evitar uma possível falência, o HSBC Brasil decidiu vender suas operações do Brasil para o Bradesco e foi embora do país. Mas, os negócios não pararam nisso.
No ano de 2015, de acordo informações do portal G1, do Grupo Globo, o Bradesco anunciou a compra do HSBC por US$ 5,2 bilhões (o que na época equivalia a R$ 17,6 bilhões) em dinheiro. Eles compraram 100% das operações do HSBC Brasil, mas a conclusão do negócio só aconteceu mesmo em 2016.
Na época, entre as ações que o Bradesco teria que adotar, ele teria que estimular os novos clientes, presentes nas 106 cidades do país, a transferir operações de crédito (como empréstimos pessoais) para outros bancos. A compra acabou deixando o Bradesco entre as maiores instituições privadas do país.
Bradesco está entre os melhores do Brasil:
Além da excelência em serviços, destaca-se por ser um dos melhores gestores de recursos do mercado, com resultados construídos sobre bases sustentáveis. Vale lembrar que o Bradesco frequentemente aparece na lista de melhores instituições financeiras do país e tem conquistado mais e mais clientes.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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