R$ 3 bilhões em dívidas e falência: O encerramento inesperado de banco tradicional após rombo nos cofres
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco tem falência decretada (Foto: Reprodução, Instagram)
Milhares de correntistas foram pegos de surpresa quando famoso banco teve sua falência decretada de forma inesperada
A cada ano que passa, as instituições financeiras estão cada vez com mais players, aumentando, assim, a concorrência entre eles. Isso motiva, entre outras questões, a melhora na qualidade de serviço, principalmente entre os considerados maiores bancos do Brasil, dado que sua posição está cada vez mais ameaçada por concorrentes. Contudo, vários bancos enfrentaram momentos difíceis e alguns acabaram tendo sua falência decretada.
Foi o caso do Banco Santos. O Banco Santos foi fundado no final da década de 1980 e faliu em 2005, deixando uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, em valores atualizados. Pouco depois da falência, o banqueiro Edemar Cid Ferreira, que controlava a instituição financeira, foi preso preventivamente sob a acusação de gestão fraudulenta.
Banco Santos (Foto: Reprodução, Globo)
Após descobrir que a situação financeira do banco vinha se deteriorando rapidamente e que o déficit patrimonial (diferença entre dívidas e os bens e créditos) seria de R$ 700 milhões, o BC afastou Edemar Cid Ferreira e então diretores do controle da instituição e nomeou Vanio César Aguiar como interventor.
Na época, os correntistas do banco tiveram saques limitados a R$ 20 mil para contas à vista e cadernetas de poupança. Os demais recursos ficaram bloqueados à espera de que fosse encontrada uma solução para a instituição financeira.
Qual é atual situação da instituição?
Segundo a Veja Mercado , Edemar Cid Ferreira, ex-dono do Banco Santos, acusa advogados de prejudicar os interesses dos próprios clientes. A falência do Banco Santos foi decretada em 2005.
Edemar Cid Ferreira, ex-dono do Banco Santos (Foto: Reprodução, Globo)
De acordo com Edemar, a gota d’água foi a suposta interferência dos advogados na negociação de uma dívida de 2,4 bilhões de reais. No entanto, poderá ser reduzida a 100 milhões de reais. Edemar afirma que o desconto superior a 95% contraria o que determinou o juiz Paulo Furtado, da 2ª Vara de Falências da Comarca de São Paulo.
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