Falência e dívida de R$ 1 bilhão: O fim de uma empresa gigante de alimentos do Brasil após sucumbir à crise
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Empresa de alimentos fechou as portas no Brasil (Foto: Reprodução/ Internet)
Uma empresa gigante de alimentos se afundou em dívidas e não conseguiu reverter o processo de falência
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações pode levar ao fim de um grande empreendimento. Tanto que nesta matéria, falaremos sobre o fim de uma empresa de alimentos que teve a falência decretada, após acumular uma dívida avaliada em R$ 1 bilhão.
Estamos falando a respeito do Chapecó Companhia Industrial de Alimentos, um famoso frigorífico que durante muitos anos esteve entre os maiores do Brasil. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a empresa teve a falência decretada pela Justiça de Chapecó (SC) em abril de 2005.
Após avaliarem a situação da empresa grandiosa, eles entenderam que a dívida bilionária era praticamente irreversível. Segundo a juíza Rosane Portella Wolff, as receitas dos arrendamentos não seriam suficientes para honrar o pagamento da concordata, que vencia em 12 de maio daquele do referido ano.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a decisão da juíza diz que, “como resultado funesto da reorganização e reestruturação mal concebida e pior ainda administrada, a Chapecó existe apenas no papel; foi totalmente esvaziada. Não possui mais funcionários, inteligência estratégica, conhecimento, fundo de comércio ou marca”.
Ainda segundo a matéria, a crise na empresa de alimentos, que durante muitos anos chegou a ser a quarta maior produtora do país de suínos, frangos e derivados, iniciou em 1996. Em 2003, ela se agravou e a empresa passou a interromper a produção de seus frigoríficos, o que deixou 5.000 funcionários desempregados e atingiu centenas de fornecedores.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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