Falência: O triste fim de rival da Samsung após anos no mercado

A maior rival da Samsung, que já chegou a ser avaliada em R$ 1 bilhão, acabou declarando falência e fechando após três anos no mercado de androids.

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Estamos falando da Essential, fabricante de smartphones fundada por Andy Rubin, reconhecido na indústria de tecnologia como o “pai” do sistema operacional Android.

O seu maior lançamento, o Essential Phone, foi muito bem avaliado no seu lançamento, mas não alcançou o sucesso de público.

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Para quem não acompanhada o rival da Samsung, o seu maior lançamento, o Essential Phone foi o primeiro celular da história a abraçar o “notch”.

O corte no topo da tela para abrigar a lente frontal, foi feito para maximizar o espaço ocupado pela tela na frente do smartphone. Ele também contava com módulos que permitiam adicionar recursos, como um acessório que acrescentava a capacidade de câmera de 360 graus; o conceito também foi adotado na mesma época pela Motorola, com seus Moto Snaps.

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Após a confirmação da falência e encerramento das produções, a empresa noticiou que os aparelhos continuarão funcionando por tempo indeterminado, mas não terão mais qualquer tipo de suporte.

Imagem mostra diversos celulares juntos (Reprodução - Internet)

Imagem mostra diversos celulares juntos (Reprodução – Internet)

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Portanto, se houver algum bug ou falha de segurança, os problemas continuarão no smartphone para sempre, e a qualquer momento algum recurso importante pode parar de funcionar adequadamente.

Após declarar falência, a empresa de celulares divulgou uma nota explicando o motivo de parar a circulação do GEM no mercado, um modelo de celulares também criados por eles.

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Falência: O triste fim de rival da Samsung após anos no mercado

Falência: O triste fim de rival da Samsung – Foto: Reprodução

Qual o motivo do fim?

A Essential decretou falência e fechou as as portas mesmo após ter sido considerada uma das fabricantes mais promissoras do Vale do Silício, na Califórna.

Vale mencionar que ela já havia sido avaliada em US$ 1 bilhão em outro momento e cortejada pela Amazon e pelo Wallmart, segundo o jornal The New York Times.