Mais de 30 unidades fechadas e falência devastadora: O fim de marca queridinha dos shoppings após 55 anos

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

23/08/2023 às 14:08 · Tempo de leitura: 3 minutos

O fim de marca queridinha dos shoppings após 55 anos - Montagem TVFOCO

Tente não se impactar ao saber detalhes sobre o fim da grande marca, que foi do auge à falência devastadora

Não é novidade pra ninguém que nos últimos anos fomos pegos de surpresas com grandes empresas fechando as suas portas com falência.

Contudo, nada choca tanto quando o fim de marca queridinha dos shoppings após 55 anos, com direito a uma falência devastadora.

Para melhor entender, estamos falando da rede G. Aronson. As informações são da Wikipédia.

O que aconteceu com a empresa G. Aronson?

Bom, de acordo com o que foi confirmado, em 1944, Girz Aronson fundou a empresa G. Aronson. A loja, vale dizer, chegou a vender 170 casacos em um mês e logo o empresário expandiu os negócios. A primeira loja do “inimigo número 1 dos preços altos” é de 1962, quando passou a vender eletrodomésticos.

Sobre a história da grande marca, a G. Aronson se expandiu bastante nos anos 70, após comprar um estoque de fogões Paterno de uma loja falido.

Contudo, foi no ano de 1991, que Aronson tomou a decisão de recorrer à concordata preventiva, quando seus débitos somavam vinte milhões de dólares. Entretanto, seis meses antes de vencer o período de dois anos, ele pagou o que devia e levantou a concordata.

G. Aronson – Foto Reprodução Internet

G. Aronson – Foto Reprodução Internet

Vale salientar que a G. Aronson chegou a ter 34 lojas (inclusive algumas em shopping centers de São Paulo) e mil funcionários e chegou a faturar 250 milhões de reais por ano.

Já em 23 de janeiro de 1998, a empresa pediu concordata na 31ª Vara Cível paulistana. Foi segunda concordata da empresa desde 1991.

Assim, conforme divulgado, Aronson requereu concordata uma preventiva quando se comprometeu a pagar suas dívidas em duas prestações anuais, sendo a primeira em janeiro de 1999. A primeira parcela não foi paga então a juíza deu à G. Aronson prazo de 48 horas para depositar o dinheiro (cerca de R$ 24 milhões), o que também não ocorreu.

Foi então que a empresa foi ao fundo do poço e em maio de 1999 sobraram apenas 6 lojas. Foi então que o pior aconteceu e no dia 1 de junho de 1999, a juíza da 31a. Vara Cível de São Paulo, Lilian Lúcia Pellegrini Venosa, decretou a falência da G. Aronson.

O empresário, por sua vez, atribuiu as dificuldades da empresa aos “juros escorchantes” do setor financeiro. E foi então que a grande rede chegou ao fim.

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