Mais de R$152 milhões em dívidas e à beira da falência: Rival do Carrefour sucumbe à crise e apela pra viver

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

31/03/2024 às 14:37 · Tempo de leitura: 4 minutos

À beira da falência, rival do Carrefour sofre com crise (Foto: Internet)

Com mais de 50 anos no mercado, rede de supermercados tem situação delicada revelada

A concorrência acirrada no setor de supermercados testemunhou um golpe devastador com o risco de falência de uma das maiores redes concorrentes do gigante Carrefour.

Nesse contexto cheio de reviravoltas, enquanto os gigantes do setor consolidam sua presença, outros lutam para manter-se em meio a crises e sobreviver à pressão do mercado.

É nesse cenário que O Grupo Chagas, fundado em 1972 em Naviraí, enfrentou uma crise financeira avassaladora após mais de 50 anos no mercado, segundo o portal ojacare.

Rede de supermercados entrou com pedido de recuperação judicial. Foto: Reprodução/Internet

Responsável pelos supermercados Chama e atacarejos Fogo em diversas cidades, incluindo Naviraí, Iguatemi, Caarapó, Corumbá, Ladário e Maracaju, o Grupo Chagas emprega cerca de 800 colaboradores diretos.

Com dívidas acumuladas que ultrapassam a marca dos R$152 milhões, a rede de supermercados enfrentou um cenário desafiador em decorrência da pandemia de Covid-19.

A queda nas importações e exportações e o fechamento de fronteiras internacionais afetaram profundamente os negócios da empresa.

No entanto, com a aceitação do pedido de recuperação judicial em abril de 2023, o Grupo Chagas busca uma nova oportunidade para reverter sua situação financeira.

Empresa esteve a beira da falência (Foto: Reprodução/ Internet)

O Grupo, inclusive, garantiu que “voltará a crescer e o endividamento se transformará em algo pequeno” com a aprovação da recuperação judicial. 

A recuperação judicial concedida determinou a suspensão de ações e execuções contra as empresas devedoras do grupo, além de proibir a penhora de bens essenciais às suas atividades.

Os tradicionais supermercados do Grupo Chagas, queridos pelos clientes locais, enfrentam desafios significativos, mas mantêm a esperança de superar essa crise e continuar operando no mercado.

Com a implementação eficaz do plano de recuperação judicial, a empresa busca uma nova chance de crescimento e estabilidade financeira.

O que acontece com uma empresa que não segue o plano de recuperação judicial?

Quando uma empresa não segue o plano de recuperação judicial, as consequências podem ser severas. Isso pode levar ao descumprimento de acordos com os credores, resultando em possíveis pedidos de falência.

A perda de controle sobre a gestão e os ativos da empresa é uma possibilidade real, assim como possíveis sanções legais para os administradores ou diretores.

Em resumo, o não cumprimento do plano de recuperação judicial pode agravar ainda mais a situação financeira da empresa, levando-a a um cenário de falência iminente.

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