Os corpos dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas tiveram um desfecho após 30 anos

A morte dos Mamonas Assassinas, em pleno auge do sucesso, segue como uma das tragédias mais impactantes da música brasileira. O acidente aéreo de 1996 não apenas interrompeu uma carreira meteórica, como também deu início a uma série de relatos, especulações e episódios controversos que continuam repercutindo até hoje.

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Agora, três décadas após a tragédia que parou o Brasil, uma nova decisão envolvendo os integrantes da banda voltou a emocionar fãs em todo o país. De acordo com informações divulgadas pela Veja, os corpos dos músicos serão exumados após 30 anos do acidente aéreo que tirou a vida de Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Sérgio Reoli e Samuel Reoli.

Decisão da família

A decisão partiu das próprias famílias, que optaram por um novo destino às urnas, transformando as cinzas em algo que represente continuidade e memória viva.

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A escolha carrega um significado que vai além do procedimento técnico. A intenção é que as cinzas sejam utilizadas no plantio de árvores, criando um memorial natural. Esse é um gesto que simboliza vida, renovação e permanência. Ou seja, mesmo após tanto tempo, o legado dos Mamonas continua florescendo, agora de forma literal e afetiva.

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A decisão reforça que o carinho não diminuiu com os anos. Pelo contrário. A banda, que marcou gerações com irreverência, talento e carisma, segue presente na memória coletiva do Brasil. E para as famílias, essa nova etapa representa um encerramento mais sereno, respeitoso e cheio de significado.

Quando morreu os Mamonas Assassinas?

Em suma, os Mamonas Assassinas morreram em 2 de março de 1996, em um trágico acidente aéreo em Cumbica, Guarulhos, no estado de São Paulo, quando a banda retornava de um show em Lisboa, Portugal.

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