Diego Hypólito fala sobre momentos traumáticos de sua vida

O ginasta Diego Hypólito, no início do ano, foi atacado nas redes sociais por não defender nenhum lado político e chegou até a fazer um desabafo sobre o assunto que foi bastante repercutido.

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Na ocasião ele revelou que não era nem de esquerda e nem de direita, mas sim que era de Deus. Com isso, mais críticas surgiram a seu respeito por conta da falta de posicionamento político.

Vale ressaltar que um internauta chegou a dizer que ele desfruta do que foi conquistado, usufrui das conquistas  mas não dá valor a nenhume ainda cospe no prato que comeu.

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Diego Hypólito, que durante as olimpíadas virou comentarista nos programas da Globo, relembrou de seu passado e falou sobre os momentos cruéis que viveu durante a infância.

“Vim de raízes muito humildes, sete anos seguidos sendo vendedor ambulante em Copacabana e sendo chamado de cabeça de caminhão, Frankenstein, na mesma época me prendiam em uma caixa de plinto, que era chamada de caixão da morte”, começou o atleta.

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Além disso, Diego Hypolito também falou sobre outras humilhações que passou durante toda a vida, em seus treinamentos.

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“Meu técnico falava para minha mãe que eu era gay desde os meus 11 anos de idade. Me faziam ficar nu com 9 anos de idade, pegar uma pilha com o ânus na frente de vários outros atletas, pois senão, me espancavam e me humilhavam, rindo e achando isso o máximo”, disse ele.

O atleta também expôs que por muito tempo passou por tudo isso sem contar para ninguém e também comentou sobre a dificuldade dentro de casa.

“E eu como passava fome dentro de casa, pois meus pais saíram de São Paulo para o Rio de Janeiro para o sonho de três filhos em um lugar melhor. Mas, na verdade, o financiamento foi muito pior, pois ficamos 6 a 8 meses sem energia. Lembro do desesperada minha mãe, pois não tinha o que comer. Não tinha nem arroz”, relembrou ele.

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