paulo vieira globo porta dos fundos netflix

Paulo Vieira ao lado de Fabio Porchat (Foto: Eduardo Enomoto/R7)

Continua depois da publicidade

O humorista da Globo, Paulo Vieira, fez postagem nas redes sociais defendendo o especial de Natal do Porta dos Fundos, produzido pela Netflix

O ator e humorista Paulo Vieira, que compõe o time de contratados da Globo, saiu em defesa do polêmico especial de Natal do canal humorístico Porta dos Fundos, que foi produzido para a plataforma de streamings, Netflix.

Por meio de seu perfil nas redes sociais, o ator da Globo, que já trabalhou pessoalmente com Fábio Porchat, na época em que este comandava um programa de entrevistas na Record, disse que não se sentiu “ofendido” pelo conteúdo produzido pelo Porta dos Fundos que, aliás, venceu recentemente o Emmy Internacional, premiação considerada o Oscar da televisão.

Continua depois da publicidade

“Com a repercussão negativa do especial do Porta dos Fundos, o Brasil tá dando o seu recado: Jesus que volte hétero cuspindo no chão, se volta gay, ou mesmo afeminado é cruz de novo! Vamos matar até vir uma versão top. Jesus, a única coisa que evolui em 2 mil anos foram os pregos”, disse o comediante da Globo, que reiterou ser uma pessoa religiosa. “Assinado: Paulo Vieira, cristão, batizado, crismado, frequentador da missa, alinhado com o Papa, ZERO ofendido com esse especial e extremamente ofendido com as igrejas e líderes religiosos preconceituosos e exploradores”, completou o comediante, em uma dura crítica aos conservadores e reacionários.

Após a postagem, um internauta rebateu o contratado da Globo, dizendo que “não o julgaria”, pois o humorista estaria “defendendo o grupo (Porta dos Fundos) que você faz parte e se isso significar rasgar sua fé você pelo que apresentou fará”. Paulo Vieira, por sua vez, respondeu dizendo que “jamais rasgaria” sua fé, e reiterou que sabe naquilo em que “acredita: Eu e Deus”.

Continua depois da publicidade

Antes de Paulo Vieira, os humoristas Fábio Porchat e Gregório Duvivier, também rebateram as críticas ao especial de Natal do Porta dos Fundos. Porchat, aliás, avisou que “pode deixar” que ele “se entende com Deus”, e pediu aos críticos que se preocupem com as desigualdades no país, que conta com mais de 12 milhões de desempregados.