Fatal pro coração: Jornal da Globo é paralisado com nova proibição da ANVISA contra 2 produtos populares

Jornal da Globo fez alerta sobre proibição da Anvisa (Foto: Reprodução/ Internet)
Jornal da Globo mostrou alerta feito pela Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, é responsável por fiscalizar todos os produtos que chegarão aos consumidores. E isso vai variar de alimentícios a cosméticos e remédios. Dessa vez, por exemplo, falaremos sobre a proibição de dois produtos populares, que virou notícia até no Jornal da Globo.
Sempre que alguma empresa reprova nas medidas de segurança do órgão, seu produto é arrancado das prateleiras e foi justamente isso que aconteceu com esses produtos. Nessa publicação, no entanto, falaremos a respeito de uma recomendação da Anvisa que fez um alerta sobre a falsificação de remédios.
No mês de novembro, o Bom Dia Goiás soltou uma matéria sobre um alerta da Anvisa a respeito da falsificação de dois medicamentos, o Tysabri e Ozempic. O último remédio citado, vale dizer, tem sido muito procurado nos últimos meses e acabou se tornando popular, visto que as pessoas estão usando pra emagrecer.
Assim que identificou os medicamentos falsificados, a Anvisa decidiu decretar a apreensão dos mesmo e o descarte destes medicamentos. A Anvisa identificou a falsificação em função dos erros de digitação na embalagem. A recomendação é que as pessoas confiram os remédios e não consumam.

Anvisa fez alerta sobre a falsificação de Tysabri e Ozempic (Foto: Reprodução/ Internet)
Quais riscos a falsificação destes medicamentos pode trazer a saúde?
De acordo com informações do portal do CRF-GO, os riscos da falsificação de medicamentos como o Ozempic podem ser bastante severos. “O uso indiscriminado do Ozempic envolve riscos que variam desde alterações no sistema digestivo até eventos graves, como a inflamação do pâncreas”, dizia a matéria.

Ozempic (Foto: Reprodução/ Internet)
Os alertas ainda continuaram na matéria: “Esse medicamento falsificado pode gerar diversos problemas, como problemas cardíacos, hepáticos, cirrose hepática, diarreia, vômito, entre outros. São medicamentos que não oferecem segurança nem controle, não possuem farmacovigilância, nem rastreabilidade.”