Fátima Bernardes comemora 06 anos do Encontro e fala sobre mudanças no programa
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Fátima Bernardes no Encontro (Foto: Globo/Raquel Cunha)
Fátima Bernardes comemora seis anos do Encontro
(Foto: Globo/Raquel Cunha)
Atração comandada por Fátima Bernardes, o Encontro celebra nesta segunda-feira (25) o sexto aniversário no ar e tem muitos motivos para comemorar. O programa recebeu, desde o seu surgimento, em 2012, inúmeros convidados e conquistou cada vez mais espaço através da união entre famosos e anônimos para o debate de questões atuais ligadas tanto ao factual quanto ao entretenimento.
Palco para pautas diversificadas, o matinal também se consolidou como um espaço aberto aos múltiplos estilos e ritmos da música. Ao longo dos seus seis anos de existência, já recebeu mais de 750 artistas diferentes e se tornou um palco diário para muitos artistas mostrarem seus trabalhos. A constante interação do Encontro com seu público também se fortaleceu ao longos dos anos.
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Os debates e temas apresentados no programa conversam diretamente com o público, que se identifica com os temas apresentados e se sente confortável, inclusive, para enviar e dividir suas histórias de vida. Essa interação é sentida nas pautas do programa: 40% dos temas escolhidos para o matinal surgem dos pedidos e e-mails de fãs da atração para a Central de Atendimento ao Telespectador da Globo (CAT).
Nesta data especial, a apresentadora Fátima Bernardes fala sobre a trajetória da atração. Confira a seguir.
O Encontro está completando seis anos. Como você resumiria a trajetória do programa nesse período?
Eu acho que, ao longo desses seis anos, o programa foi encontrando o seu perfil. A ideia inicial era juntar anônimos e famosos para que eles conversassem sobre temas atuais variados. Ao longo do tempo, a gente conseguiu acrescentar a isso – a essa conversa e a esse encontro – a música e a minha própria participação de uma maneira mais natural e solta. Acho que o que evoluiu muito é que a gente conseguiu um perfil de assuntos para o programa que é sempre estar ligado a questão do respeito ao outro, aos direitos humanos, e temas que realmente nos façam refletir sobre como podemos tornar o mundo melhor.
Como qualquer outra produção, aos poucos o programa foi sendo lapidado. Atualmente, o que você acha imprescindível na atração e que foi ganhando notoriedade aos poucos?
Eu acho imprescindível a escolha de um bom assunto que possa motivar esse encontro entre famosos e anônimos de uma maneira bem interessante. E é imprescindível no programa de hoje a presença da plateia. É claro que os convidados são importantíssimos, mas, sem a plateia, nós não conseguiríamos fazer o que desejamos, que é este Encontro.
Fátima Bernardes comemora seis anos do Encontro
(Foto: Globo/Raquel Cunha)
O Encontro trata de diversos temas, do factual ao temas mais sensíveis de serem abordados. Qual é o maior desafio no comando de um programa com esse perfil?
Para mim e para a equipe, é bem natural termos o calor do factual. A gente lida com isso desde o primeiro momento. Muitos na equipe têm uma trajetória jornalística, então isso para nós está na veia. Mas temos também todo o lado do entretenimento. Não é só um programa de informação, é também um programa de diversão e a gente tem que aproveitar isso. Com essa união, os temas são tratados de uma maneira tranquila e respeitosa, e, por isso, a gente consegue falar sobre qualquer coisa.
Você recebe muitos convidados a cada dia. Qual é o segredo para conversar com cada um deles, entrosar o grupo e, ainda, sem esquecer da plateia, que tem uma grande importância nos debates do Encontro?
Quando a gente vai fazer um programa como esse, na verdade, é como uma grande conversa, é como a se a gente se encontrasse para bater papo. O que eu procuro deixar claro e o que me ajuda muito e a todos os entrevistados é que, estejam eles no sofá ou na plateia, a ideia é que sempre que tenham algo a acrescentar. Eles não precisam esperar por uma pergunta, podem sempre entrar na conversa. Quanto mais isso acontece, mais gostoso o papo fica, mais natural fica o nosso ‘Encontro’. Essa é a nossa meta.
Ao longo desses seis anos, o ‘Encontro’ ganhou parceiros de palco importantes para a condução da atração. Como é o entrosamento e o que você destaca de mais interessante nesse formato?
O fato do programa ter conseguido incorporar parceiros ajuda muito, porque neste formato a plateia e os convidados interagem e estão realmente participando e sendo ativos no programa. Então, quando você tem parceiros que já conhecem o programa, fica mais fácil deles entenderem que podem participar, que não precisam esperar que eu pergunte e que o programa está ali para ser usado por todos. Também temos o cuidado de ter um olhar mais especializado sobre cada assunto. Essa expertise faz a diferença na hora do debate.
Você é conhecida por ter uma relação muito próxima com todos da equipe. A que você atribui essa relação?
Acho que o que ajuda muito na relação entre a equipe e as pessoas que estão no palco, inclusive eu, é o fato de todos nós participarmos muito da elaboração do programa. A gente não chega ali de última hora, nenhum de nós, nem mesmo os parceiros. Eles, muitas vezes, ajudam a sugerir temas, ajudam a ver como está o encaminhamento das pautas, podem sugerir personagens e pessoas para serem entrevistadas. Então, está todo mundo com foco no programa. Acho que isso ajuda muito para um bom entrosamento de toda a equipe. É uma equipe especial e acho que isso transparece para o público.
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