Fátima Bernardes, da Globo, expõe verdades sobre sua carreira na emissora e entrega fato sobre o Jornal Nacional

A apresentadora Fátima Bernardes, da Globo, que por décadas estava na bancada do Jornal Nacional, ao lado do seu ex-marido William Bonner, recentemente em entrevista à Folha de São Paulo, falou sobre diversos assuntos da sua vida, inclusive, entregou o que era impedida de fazer na atração jornalistica da emissora e deixou o público surpreso.

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Aos 60 anos, Fátima Bernardes está prestes a estrear mais um clico profissional da sua vida, para quem não sabe, a partir da próxima terça (15), a veterana estará no comando do The Voice Brasil, da Globo.

Na entrevista, Fátima disse que não passa pela sua cabeça se aposentar e deixou claro que o público a verá na telinha até o momento de sua morte. “As pessoas vão ter que me aguentar na televisão até eu morrer, porque trabalho com algo que escolhi trabalhar, o que é um privilégio. Trabalho num lugar que me permite mudar e me transformar. Nunca pensei em sair da Globo”, disse.

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A musa também esteve a frente do programa Encontro, das manhãs da Globo, e na ocasião, ela explicou que deixou o programa por querer experimentar algo novo e enfatizou precisar de mais tempo para si mesma e para sua família.

“Não preciso acordar cedo e estar no meu melhor momento todo dia. Posso tomar café em casa, ler o jornal e só depois começar a vida. Ter tido um câncer, entender que a vida passa muito rápido, ter dois filhos morando fora e o namorado transitando entre três cidades me fez acelerar essa transição integral para o entretenimento”, explicou Fátima Bernardes.

“Manifestei esse desejo, e o convite para o The Voice caiu como uma luva. Ainda não voltei a dançar, não estou com os médicos em dia, mas já tenho muito mais disponibilidade”, disse.

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Fátima Bernardes (Foto: Divulgação/GNT)

Fátima Bernardes (Foto: Divulgação/GNT)

Entregou o que era impedida de fazer no JN

Ainda na entrevista, Fátima falou sobre outra coisa que mudou na sua vida nos últimos tempos, o fato de agora ela poder se posicionar politicamente, coisa que ela era impedida quando estava a frente do Jornal Nacional.

“Era o momento. Como eu não estava no ar, facilitou. Talvez se estivesse não teria feito. Antes, não poderia fazer isso, por estar à frente do Jornal Nacional. Mas antes também nunca senti necessidade de falar sobre isso.[Agora senti] Por causa da agressão à imprensa e da valorização de notícias falsas. Havia muita desinformação. Mesmo estando fora do ar, isso me assustou muito. Não era só sobre em que candidato eu ia votar. Era sobre ajudar a se informarem”, afirmou.

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