Aumento pra 2025 e mais 3 anos: Haddad confirma nova lei atingindo em cheio INSS e o 13º salário dos CLT's

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

10/05/2024 às 11:53 · Tempo de leitura: 5 minutos

Fernando Haddad, carteira de trabalho e logo do INSS (Fotos: Reproduções / Internet)

Fernando Haddad anuncia mudança sobre a desoneração da folha de pagamento dos 17 setores da economia

Na última quinta-feira, 09, Fernando Haddad confirmou uma nova lei, que atingirá em cheio o INSS e ao 13º salário dos CLT’s.

O ministro da Fazenda e os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, chegaram a um acordo envolvendo a folha de pagamento.

Os políticos analisaram como será o sistema de pagamento de contribuições ao INSS por parte de empresas de 17 setores da economia.

De acordo com o portal Poder 360, o pagamento para o INSS será em percentuais de até 4,5% da receita bruta das empresas.

Desse modo, o sistema continuará o mesmo até dezembro de 2024. As mudanças ocorrem a partir do ano de 2025.

A partir de 2025, as empresas voltarão a contribuir com a Previdência, com imposto de 5% sobre o total da remuneração dos funcionários.

Entre os anos de 2025 e 2028, ocorrerá uma gradual reoneração e o pagamento das empresas será em percentuais do total da folha de salários.

As alíquotas irão subir 5% nos próximos anos, segundo informações do portal. Veja como será:

  • 2025: 5% sobre o total dos salários;
  • 2026: 10% sobre o total dos salários;
  • 2027: 15% sobre o total dos salários;
  • 2028: Fm da desoneração e retorno da alíquota cheia de 20% do total dos salários.
Logo do INSS e lei (Fotos: Reproduções / Internet)

MAIS SOBRE O ASSUNTO

Desse modo, a desoneração permitirá que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20$ sobre a folha salarial.

Além disso, Fernando Haddad também revelou que a folha do 13º ficará desonerada até 2028, após os setores pedirem uma contraproposta.

“Os setores apresentaram uma contraproposta, pedindo que a folha do 13º só fosse reonerada ao final do processo. Cheguei a comentar com vocês isso. Eu vim comunicar ao presidente Pacheco que nós vamos aceitar a contraproposta dos setores […] Então, fica desonerada até 2028 a folha do 13º”, disse Fernando Haddad.

Carteira de trabalho (Foto: Reprodução / Freepik)

Qual a graduação de Fernando Haddad?

Fernando Haddad tornou-se um dos grandes nomes da política brasileira. Atualmente, ele é o ministro da Fazenda do Governo de Lula.

Fernando Haddad é bacharel em direito, mestre em economia e doutor em filosofia pela USP.

Fernando Haddad durante entrevista na GloboNews (Foto: Reprodução / Globo)

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